• SÃO PAULO • 25 DE MARÇO DE 2012 • ANO 36 • LT.3 – Nº 22 • B

fevereiro 21, 2012

5º Domingo da Quaresma

Retirado: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/?q=povodedeus

5ºDomindo da Quaresma

 

 


• SÃO PAULO • 18 DE MARÇO DE 2012 • ANO 36 • LT.3 – Nº 21 • B

fevereiro 21, 2012

4º Domingo da Quaresma

Retirado: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/?q=povodedeus

4º Domingo da Quaresma


• SÃO PAULO • 11 DE MARÇO DE 2012 • ANO 36 • LT.3 – Nº 20 • B

fevereiro 21, 2012

3º Domingo da Quaresma

Retirado: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/?q=povodedeus

3º Domingo da Quaresma 2012


• SÃO PAULO • 4 DE MARÇO DE 2012 • ANO 36 • LT.3 – Nº 19 • B

fevereiro 21, 2012

2º Domingo da Quaresma

Retirado: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/?q=povodedeus

2º Domingo da Quaresma


• SÃO PAULO • 26 DE FEVEREIRO DE 2012 • ANO 36 • LT.3 – Nº 18 • B

fevereiro 21, 2012

1º Domingo da Quaresma

Retirado: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/?q=povodedeus

1º Domingo da Quaresma


• SÃO PAULO • 22 DE FEVEREIRO DE 2012 • ANO 36 • Lt. 02 • Nº 17 • B •

fevereiro 21, 2012

4ªFeira de Cinzas

Retirado: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/?q=povodedeus

4ª Feira de Cinzas

 


• SÃO PAULO • 17 de abril DE 2011 • ANO 35 • Lt. 03 • Nº 26 •A

abril 11, 2011

DOMINGO DE RAMOS

Folheto Duplo

As coletas das Missas de hoje são destinadas à Campanha da Fraternidade

Músicas: Hinário Litúrgico 2

CD – XIII da Paulus

Anim. Irmãos e irmãs, estamos chegando ao coração da Páscoa, o Tríduo Pascal da Sagrada Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Iniciamos a Semana Santa, em que  comemoramos os últimos passos de Jesus para cumprir sua missão neste mundo. Por isso, esta semana constitui um momento forte de oração, solidariedade e compromisso com a vida. Pela sagrada Liturgia, percorremos com Jesus os passos  que consumam sua obra na terra. A bênção e a procissão de Ramos, que agora iniciamos, fazem memória da entrada triunfal de Jesus na Cidade Santa, imagem da Nova Jerusalém que acolhe o seu Senhor com júbilo. Participemos deste rito solene e, depois, mergulhemos no mistério da Paixão.

COMEMORAÇÃO DA ENTRADA DO SENHOR EM JERUSALÉM

1. Abertura (Fx 14) HL2p.150

Solo: Hosana ao Filho de Davi!

Ass.: Hosana ao Filho de Davi!

1.Bendito o que vem em nome do Senhor!

2. Rei de Israel, hosana nas alturas!

2. SAUDAÇÃO

P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

T. Amém.

P. O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

P. Meus irmãos e minhas irmãs, durante as cinco semanas da Quaresma preparamos os nossos corações pela oração, pela penitência e pela caridade. Hoje aqui nos reunimos e vamos iniciar, com toda a Igreja, a celebração da Páscoa de nosso Senhor. Para realizar o mistério de sua morte e ressurreição, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Celebrando com fé e piedade a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.

3. Bênção dos Ramos

P. Deus eterno e todo-poderoso, abençoai V estes ramos, para que, seguindo com alegria o Cristo, nosso Rei, cheguemos por ele à eterna Jerusalém. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

4. EVANGELHO (Mt 21,1-11)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo,

1Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém

e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras.

Então Jesus enviou dois discípulos,

2dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente,

e logo encontrareis uma jumenta amarrada,

e com ela um jumentinho.

Desamarrai-a e trazei-os a mim!

3Se alguém vos disser alguma coisa, direis:

‘O Senhor precisa deles, mas logo os devolverá’”.

4Isso aconteceu para se cumprir

o que foi dito pelo profeta:

5″Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti,

manso e montado num jumento,

num jumentinho, num potro de jumenta”.

6Então os discípulos foram

e fizeram como Jesus lhes havia mandado.

7Trouxeram a jumenta e o jumentinho

e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou.

8A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho,

enquanto outros cortavam ramos das árvores,

e os espalhavam pelo caminho.

9As multidões que iam na frente de Jesus

e os que o seguiam, gritavam:

“Hosana ao Filho de Davi!

Bendito o que vem em nome do Senhor!

Hosana no mais alto dos céus!”

10Quando Jesus entrou em Jerusalém

a cidade inteira se agitou, e diziam:

“Quem é este homem?”

E as multidões respondiam:

“Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia”.

- Palavra da Salvação.

T. Glória a vós, Senhor.

5. Procissão

P. Meus irmãos e minhas irmãs, imitando o povo que aclamou Jesus, comecemos com alegria a nossa procissão.

6.Cantos de Procissão

(HL2p.26 CD Lit. XIII Fx 16)

Os filhos dos hebreus, * com ramos de palmeira, * correram ao encontro * de Jesus, nosso Senhor, * /:cantando e gritando: * “Hosana, ó Salvador!”:/

1. O mundo * e tudo que tem nele é de Deus, * a terra e os que aí vivem, todos seus! * Foi Deus * que a terra construiu por sobre os mares, * no fundo do oceano, seus pilares!

2. Quem vai * morar no templo de sua Cidade?… * Quem pensa e vive longe das vaidades! * Pois Deus, * o Salvador o abençoará, * no julgamento o defenderá!

3. Assim, * são todos os que prestam culto a Deus * que adoram o Senhor, Deus dos hebreus! * Portões * antigos, se escancarem, vai chegar, * alerta! O Rei da glória vai entrar!

4. Quem é, * quem é, então, quem é o Rei da glória? * O Deus, forte Senhor da nossa história! * Portões * antigos, se escancarem, vai chegar, * alerta! O Rei da glória vai entrar!

5. Quem é, * quem é, então, quem é o Rei da glória? * O Deus que tudo pode, é o Rei da glória! * Aos Três, * ao Pai, ao Filho e ao Confortador * da Igreja que caminha com louvor!

II Canto (CO 190)

Hosana hey! Hosana há! * Hosana hey! hosana hey! hosana há!

1. Ele é o Santo, é o Filho de Maria, * é o Deus de Israel, é o Filho de Davi!

2. Vamos a ele com as flores dos trigais, * com os ramos de oliveiras, * com alegria e muita paz.

7. Oração

P. Oremos (silêncio): Deus eterno e todo-poderoso, para dar aos homens um exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador se fizesse homem e morresse na cruz. Concedei-nos aprender o ensinamento da sua paixão e ressuscitar com ele em sua glória. Por N.S.J.C.

T. Amém.

Anim. Neste dia em que come­moramos  a solene entrada de Jesus na Cidade Santa, ouçamos as leituras que narram como a paixão de Jesus transformou Jerusalém no palco dos eventos que culminaram com a nossa salvação.

8. PRIMEIRA LEITURA (Is 50,4-7)

Leitura do Livro do Profeta Isaías

4O Senhor Deus deu-me língua adestrada,

para que eu saiba dizer

palavras de conforto à pessoa abatida;

ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido,

para prestar atenção como um discípulo.

5O Senhor abriu-me os ouvidos;

não lhe resisti nem voltei atrás.

6Ofereci as costas para me baterem

e as faces para me arrancarem a barba;

não desviei o rosto de bofetões e cusparadas.

7Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador,

por isso não me deixei abater o ânimo,

conservei o rosto impassível como pedra,

porque sei que não sairei humilhado.

- Palavra do Senhor.

T. Graças a Deus!

9. SALMO RESPONSORIAL Sl 21(22)

(fx 12 H2, p. 62/63 – CD Lit. XIII melodia Fx 12)

Ó meu Deus e Pai, por que me abandonastes, * clamo a vós e não me ouvis?

1. Riem de mim todos aqueles que me vêem, * torcem os lábios e sacodem a cabeça: * ao Senhor se confiou, ele o liberte * e agora o salve, se é verdade que ele o ama!

2. Cães numerosos me rodeiam furiosos * e por um bando de malvados fui cercado. * Transpassaram minhas mãos e os meus pés * e eu posso contar todos os meus ossos.

3. Eles repartem entre si as minhas vestes * e sorteiam entre eles minha túnica. * Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, * ó minha força, vinde logo em meu socorro!

4. Anunciarei o vosso nome a meus irmãos * e no meio da assembléia hei de louvar-vos! * Vós que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, * glorificai-o, des­cen­dentes de Jacó!

10. SEGUNDA LEITURA (Fl 2,6-11)

Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.

6Jesus Cristo, existindo em condição divina,

não fez do ser igual a Deus uma usurpação,

7mas ele esvaziou-se a si mesmo,

assumindo a condição de escravo

e tornando-se igual aos homens.

Encontrado com aspecto humano,

8humilhou-se a si mesmo,

fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz.

9Por isso, Deus o exaltou acima de tudo

e lhe deu o nome que está acima de todo nome.

10Assim, ao nome de Jesus,

todo joelho se dobre no céu,

na terra e abaixo da terra,

11e toda língua proclame:

“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai.

- Palavra do Senhor.

-Graças a Deus.

11. ACLAMAÇÃO (H2 p. 189 – CD Lit XIII Fx 17)

Salve, ó Cristo obediente! * Salve, amor onipotente, * que se entregou à cruz * e nos recebeu na luz!

1. O Cristo obedeceu até a morte, * humilhou-se e obedeceu o bom Jesus, * humilhou-se e obedeceu, sereno e forte, * humilhou-se e obedeceu até a cruz.

2. Por isso o Pai do céu o exaltou, * exaltou-o e lhe deu um grande nome, * exaltou-o e lhe deu poder e glória, * diante dele céus e terra se ajoelhem!

12. EVANGELHO (Mt 26,14-27,66)

L1. Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus.

L1. Naquele tempo, 14um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes 15e disse:

L2: O que me dareis se vos entregar Jesus?

L1: Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus. 17No primeiro dia da festa dos ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram:

T: Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?

L1: 18Jesus respondeu:

P: Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe:  O mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos.

L1: 19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a páscoa. 20Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse:

P: Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair.

L1: 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar:

L2: Senhor, será que sou eu?

L1: 23Jesus respondeu:

P: Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!

L1: 25Então Judas, o traidor, perguntou:

L2: Mestre, serei eu?

L1: Jesus lhe respondeu:

P: Tu o dizes.

L1: 26Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o, distribuiu-o aos discípulos, e disse:

P: Tomai e comei, isto é o meu corpo.

L1: 27Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lhes, dizendo:

P: Bebei dele todos. 28Pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados. 29Eu vos digo: de hoje em diante não beberei deste fruto da videira, até ao dia em que, convosco, beberei o vinho novo no Reino do meu Pai.

L1: 30Depois de terem cantado salmos, foram para o monte das Oliveiras. 31Então Jesus disse aos discípulos:

P: Esta noite, vós ficareis decepcionados por minha causa. Pois assim diz a Escritura: “Ferirei o pastor e as ovelhas do rebanho se dispersarão”. 32Mas, depois de ressuscitar, eu irei à vossa frente para a Galiléia.

L1: 33Disse Pedro a Jesus:

L2: Ainda que todos fiquem decepcionados por tua causa, eu jamais ficarei.

L1: 34Jesus lhe declarou:

P: Em verdade eu te digo, que, esta noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes.

L1: 35Pedro respondeu:

L2: Ainda que eu tenha de morrer contigo, mesmo assim não te negarei.

L1: E todos os discípulos disseram a mesma coisa. 36Então Jesus foi com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse:

P: Sentai-vos aqui, enquanto eu vou até ali para rezar!

L1: 37Jesus levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, e começou a ficar triste e angustiado. 38Então Jesus lhes disse:

P: Minha alma está triste até á morte. Ficai aqui e vigiai comigo!

L1: 39Jesus foi um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto por terra e rezou:

P: Meu Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice. Contudo, não seja feito como eu quero, mas sim como tu queres.

L1: 40Voltando para junto dos discípulos, Jesus encontrou-os dormindo, e disse a Pedro:

P: Vós não fostes capazes de fazer uma hora de vigília comigo? 41Vigiai e rezai, para não cairdes em tentação; pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca.

L1: 42Jesus se afastou pela segunda vez e rezou:

P: Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!

L1: 43Ele voltou de novo e encontrou os discípulos dormindo, porque seus olhos estavam pesados de sono. 44Deixando-os, Jesus afastou-se e rezou pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. 45Então voltou para junto dos discípulos e disse:

P: Agora podeis dormir e descansar. Eis que chegou a hora e o Filho do Homem é entregue nas mãos dos pecadores. 46Levantai-vos! Vamos! Aquele que me vai trair, já está chegando.

L1: 47Jesus ainda falava, quando veio Judas, um dos doze, com uma grande multidão armada de espadas e paus. Vinham a mandado dos sumos sacerdotes e dos anciãos do povo. 48O traidor tinha combinado com eles um sinal, dizendo:

L2: Jesus é aquele que eu beijar; prendei-o!

L1: 49Judas, logo se aproximou de Jesus, dizendo:

L2: Salve, Mestre!

L1: E beijou-o. 50Jesus lhe disse:

P: Amigo, a que vieste?

L1: Então os outros avançaram, lançaram as mãos sobre Jesus e o prenderam. 51Nesse momento, um dos que estavam com Jesus estendeu a mão, puxou a espada, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha. 52Jesus, porém, lhe disse:

P: Guarda a espada na bainha! Pois todos os que usam a espada, pela espada morrerão. 53Ou pensas que eu não poderia recorrer ao meu Pai e ele me mandaria logo mais de doze legiões de anjos? 54Então, como se cumpririam as Escrituras, que dizem que isso deve acontecer?

L1: 55E, naquela hora, Jesus disse à multidão:

P: Vós viestes com espadas e paus para me prender, como se eu fosse um assaltante. Todos os dias, no Templo, eu me sentava para ensinar, e vós não me prendestes.

L1: 56Porém, tudo isto aconteceu para se cumprir o que os profetas escreveram. Então todos os discípulos, abandonando Jesus, fugiram. 57Aqueles que prenderam Jesus levaram-no à casa do sumo sacerdote Caifás, onde estavam reunidos os mestres da lei e os anciãos. 58Pedro seguiu Jesus de longe até o pátio interno da casa do sumo sacerdote. Entrou e sentou-se com os guardas para ver como terminaria tudo aquilo. 59Ora, os sumos sacerdotes e todo o sinédrio procuravam um falso testemunho contra Jesus, a fim de condená-lo à morte. 60E nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Por fim, vieram duas testemunhas, 61que afirmaram:

T: Este homem declarou: “posso destruir o templo de Deus e construí-lo de novo em três dias”.

L1: 62Então o sumo sacerdote levantou-se e perguntou a Jesus:

L2: Nada tens a responder ao que estes testemunham contra ti?

L1: 63Jesus, porém, continuava calado. E o sumo sacerdote lhe disse:

L2: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Messias, o Filho de Deus.

L1: 64Jesus respondeu:

P: Tu o dizes. Além disso, eu vos digo que de agora em diante vereis o Filho do Homem sentado à direita do Todo-poderoso, vindo sobre as nuvens do céu.

L1: 65Então o sumo sacerdote rasgou suas vestes e disse:

L2: Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Pois agora mesmo vós ouvistes a blasfêmia. 66Que vos parece?

L1: Responderam:

T: É réu de morte!

L1: 67Então cuspiram no rosto de Jesus e o esbofetearam. Outros lhe deram bordoadas, 68dizendo:

T: Faze-nos uma profecia, Cristo, quem foi que te bateu?

L1: 69Pedro estava sentado fora, no pátio. Uma criada chegou perto dele e disse:

L2: Tu também estavas com Jesus, o Galileu!

L1: 70Mas ele negou diante de todos:

L2: Não sei o que tu estás dizendo.

L1: 71E saiu para a entrada do pátio. Então uma outra criada viu Pedro e disse aos que estavam ali:

L2: Este também estava com Jesus, o Nazareno.

L1: 72Pedro negou outra vez, jurando:

L2: Nem conheço esse homem!

L1: 73 Pouco depois, os que estavam ali aproximaram-se de Pedro e disseram:

T: É claro que tu também és um deles, pois o teu modo de falar te denuncia.

L1: 73Pedro começou a maldizer e a jurar, dizendo que não conhecia esse homem! E nesse instante o galo cantou. 75Pedro se lembrou do que Jesus tinha dito: “Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes”. E saindo dali, chorou amargamente. 27,1De manhã cedo, todos os sumos sacerdotes e os anciãos do povo convocaram um conselho contra Jesus, para condená-lo à morte. 2Eles o amarraram, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador. 3Então Judas, o traidor, ao ver que Jesus fora condenado, ficou arrependido e foi devolver as trinta moedas de prata aos sumos sacerdotes e aos anciãos, 4dizendo:

L2: Pequei, entregando à morte um homem inocente.

L1: Eles responderam:

T: O que temos nós com isso? O problema é teu.

L1: 5Judas jogou as moedas no santuário, saiu e foi se enforcar. 6Recolhendo as moedas, os sumos sacerdotes disseram:

T: É contra a lei colocá-las no tesouro do templo, porque é preço de sangue.

L1: 7Então discutiram em conselho e compraram com elas o Campo do Oleiro, para aí fazer o cemitério dos estrangeiros. 8É por isso que aquele campo até hoje é chamado de Campo de Sangue. 9Assim se cumpriu o que tinha dito o profeta Jeremias: “Eles pegaram as trinta moedas de prata – preço do precioso, preço com que os filhos de Israel o avaliaram – 10e as deram em troca do Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou! 11Jesus foi posto diante do governador, e este o interrogou:

L2: Tu és o rei dos judeus?

L1: Jesus declarou:

P: É como dizes,

L1: 12e nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. 13Então Pilatos perguntou:

L2: Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?

L1: 14Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. 15Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. 16Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. 17Então Pilatos perguntou à multidão reunida:

L2: Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?

L1: 18Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. 19Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele:

L2: Não te envolvas com esse justo, porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele.

L1: 20Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as mul­tidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. 21O governador tornou a perguntar:

L2: Qual dos dois quereis que eu solte?

L1: Eles gritaram:

T: Barrabás.

L1: 22Pilatos perguntou:

L2: Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?

L1: Todos gritaram:

T: Seja crucificado!

L1: 23Pilatos falou:

L2: Mas, que mal ele fez?

L1: Eles, porém, gritaram com mais força:

T: Seja crucificado!

L1: 24Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse:

L2: Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!

L1: 25O povo todo respondeu:

T: Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos.

L1: 26Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. 27Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. 28Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; 29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo:

T: Salve, rei dos judeus!

L1: 30Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. 31Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. 32Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. 33E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. 34Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. 35Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. 36E ficaram ali sentados, montando guarda. 37Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: “Este é Jesus, o rei dos Judeus”. 38 Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. 39As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:

T: 40Tu que ias destruir o templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!

L1: 41Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da lei e os anciãos, também zombaram de Jesus:

T: 42A outros salvou… a si mesmo não pode salvar! É rei de Israel… Desça agora da cruz! E acreditaremos nele. 43Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus.

L1: 44Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus, o insultavam. 45Desde o meio-dia até às três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. 46Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:

P: Eli, Eli, lamá sabactâni?

L1: que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” 47Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram:

T: Ele está chamando Elias!

L1: 48E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. 49Outros, porém, disseram:

T: Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!

L1: 50Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.

(Todos se ajoelham em silêncio.)

L1: 51E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. 52Os túmulos se abriram e muitos corpos dos santos falecidos ressuscitaram! 53Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. 54O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: “Ele era mesmo Filho de Deus!” 55Grande número de mulheres estava ali, olhando de longe. Elas haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia, prestando-lhe serviços. 56Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu. 57Ao entardecer, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que também se tornara discípulo de Jesus. 58Ele foi procurar Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que lhe entregassem o corpo. 59José, tomando o corpo, envolveu-o num lençol limpo, 60e o colocou em um túmulo novo, que havia mandado escavar na rocha. Em seguida, rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo, e retirou-se. 61Maria Madalena e a outra Maria estavam ali sentadas, diante do sepulcro. 62No dia seguinte, como era o dia depois da preparação para o sábado, os sumos sacerdotes e os fariseus foram ter com Pilatos, 63e disseram:

T: Senhor, nós nos lembramos de que quando este impostor ainda estava vivo, disse: “Depois de três dias eu ressuscitarei!” 64Portanto, manda guardar o sepulcro até ao terceiro dia, para não acontecer que os discípulos venham roubar o corpo e digam ao povo: “Ele ressuscitou dos mortos!” pois essa última impostura seria pior do que a primeira.

L1: 65Pilatos respondeu:

L2: Tendes uma guarda. Ide e guardai o sepulcro como melhor vos parecer.

L1: 66Então eles foram reforçar a segurança do sepulcro: lacraram a pedra e montaram guarda. – Palavra da salvação

T. Glória a vós, Senhor.

13. PROFISSÃO DE FÉ

P. Creio em Deus Pai todo-poderoso,

T. Criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

14. ORAÇÃO DOS FIÉIS

P. Irmãos e irmãs, depois de ouvir o relato da Paixão do Senhor e, tendo assumido em nossa caminhada quaresmal a Campanha da Fraternidade, elevemos nossas preces a Deus Pai, suplicando pela Igreja e pelo mundo:

T. Aumentai, Senhor, nosso cuidado com a vida!

1. Pai Santo, iluminai a Igreja, que realiza sua caminhada quaresmal, buscando renovar a fidelidade a Cristo.

2. Transformai a consciência da nossa nação a respeito da responsabilidade sobre o meio ambiente.

3. Ajudai-nos a aprofundar a reflexão iniciada pela Campanha da Fraternidade, a fim de que possamos lutar por um planeta sustentável e uma vida melhor para todos.

4. Que o mistério que celebramos nesta semana fortaleça nossa fé e nossa união.

5. Com Cristo obediente até a morte, fazei-nos apóstolos do amor e defensores da vida até as últimas consequências.

(Outras preces da comunidade)

P. Tudo isso vos pedimos, ó Pai, por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

15. Apresentação das Oferendas

(CF – 2011 Fx 8)

/:Volta o teu olhar, Senhor, e dá-nos te perdão. *Bendito seja teu imenso coração!:/

1. Aceita, ó Deus santo, a nossa oração. * Compadecido, olha para nós, Senhor. * Liberta nossas vidas, te suplicamos * E andaremos para sempre em teus caminhos.

2. Acolhe, Deus bondoso, a nossa caminhada, * revivendo o teu amor pra sempre. * Confiantes aguardamos o teu perdão * E do mal seremos nós purificados.

3. Aceita o jejum e a nossa penitência * que revivemos neste tempo quaresmal. * Confirma-nos em teu amor grandioso, * bendito sejas, Senhor Deus do universo!

16. ORAÇÃO Sobre as oferendas

P. Ó Deus, pela paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, sejamos reconciliados convosco, de modo que, ajudados pela vossa misericórdia, alcancemos pelo sacrifício do vosso Filho o perdão que não merecemos por nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

17. ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

(Prefácio MR, p. 231)

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Corações ao alto.

T. O nosso coração está em Deus.

P. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

T. É nosso dever e nossa salvação.

P. Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Inocente, Jesus quis sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição nos trouxe vida nova. Por ele, os anjos cantam vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

T. Santo, Santo, Santo…

CP. Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.

CC. Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo V  e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

T. Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.

Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA REMIS­SÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Eis o mistério da fé!

T. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

CC. Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

T. Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

T. Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade, com o Papa Bento, com o nosso bispo Odilo e todos os ministros do vosso povo.

T. Lembrai-vos, ó Pai da vossa Igreja!

2C. Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

T. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, com os santos Apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

T. Concedei-nos o convívio dos eleitos!

CP ou CC. Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

T. Amém.

18. RITO DA COMUNHÃO

P. Rezemos com amor e confiança a oração que o Senhor nos ensinou:

T. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

P. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.

T. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

P. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

T. Amém.

P. A paz do Senhor esteja sempre convosco.

T. O amor de Cristo nos uniu.

P. Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

T. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. / Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. / Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

P. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

T. Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a).

19. CANTO DE COMUNHÃO Lit Xiii

(Lit. XIII Fx14 – HL2 p.142)

“Eu vim para que todos tenham vida, * que todos tenham vida plenamente”.

1. Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor; * reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão: * onde está o teu irmão, eu estou presente nele.

2. “Eu passei fazendo o bem, eu curei todos os males”; * hoje és minha presença junto a todo sofredor: * onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele.

3. “Entreguei a minha vida pela salvação de todos”; * reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes: * onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele.

4. “Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido”. * Busca, salva e reconduze a quem perdeu toda a esperança: * onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele.

5. “Este pão, meu corpo e vida para a salvação do mundo”; * é presença e alimento nesta santa comunhão: * onde está o teu irmão, eu estou, também, com ele.

20. ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO

P. Oremos (silêncio): Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, ó Deus: como pela morte do vosso Filho nos destes esperar o que cremos, dai-nos pela sua ressurreição alcançar o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

21. ORAÇÃO da cf 2011

T. Senhor Deus, / nosso Pai e Criador, / a beleza do universo revela vossa grandeza, / a sabe­doria e o amor com que fizestes as coisas, / e o eterno amor que tendes por todos nós. /  Peca­dores que somos / não respei­tamos a vossa obra, / e o que era para ser garantia de vida /está se tornando ameaça. /A be­le­za está sendo mudada em de­vas­tação, / e a morte mostra a sua presença no nosso planeta. / Que nesta quaresma / nos con­vertamos /  e vejamos que a cria­ção geme em dores de par­to, / para que possa renascer / se­gundo o vosso plano de amor / por meio da nossa mudança de men­talidade e de atitudes. / E, assim, como Maria, / que me­dita­va a vossa Palavra / e a fazia vida, / também nós/ movidos pe­los princípios do Evangelho, / possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, / nos­so Senhor, / o ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo. / Amém.

22. BÊNÇÃO E DESPEDIDA -MR – p. 521

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Deus, Pai de misericórdia, conceda a todos vós, como concedeu ao filho pródigo, a alegria do retorno à casa.

T. Amém.

P. O Senhor Jesus Cristo, modelo de oração e de vida, vos guie nesta caminhada quaresmal a uma verdadeira conversão.

T. Amém.

P. O Espírito de sabedoria e fortaleza vos sustente na luta contra o mal, para poderdes com Cristo celebrar a vitória da Páscoa.

T. Amém.

P. Abençoe-vos Deus o Deus todo-poderoso, Pai, Filho V e Espírito Santo.

T. Amém.

23. CANTO FINAL (CO 156)

1. Tomaste nos ombros a cruz * seguindo o caminho da dor. * Tomamos também nossa cruz * e vamos contigo Senhor.

2. No dia supremo da dor * na hora em que ao Pai entregaste, * as culpas de todos os tempos * nos braços da cruz expiaste.

Por três dias os sinos se calam na liturgia

No dia 16 de dezembro de 2010, quando se encerrava a primeira parte do Advento e se abria a segunda parte, que vai do dia 17 ao dia 24 de dezembro, a cidade de São Paulo teve a alegria de ouvir de novo o carrilhão composto pelos 61 sinos da Catedral da Sé.

A palavra “sino” vem do latim “signum”, que significa “sinal”. Então o sino das igrejas, geralmente colocado na torre, é sinal de Deus chamando o povo para a salvação. Outro nome dado ao sino, em alguns lugares, é campana.

Atribui-se a São Paulino de Nola, padre da Igreja do século V, que atuava na Campanha, região meridional da Itália, o primeiro emprego dos sinos para o culto litúrgico. Dizem que de São Paulino de Nola  é que vem o nome “nola” para os sinos maiores e campana para os sinos menores. Há quem negue essa explicação e afirme que nola vem da língua céltica noll = soar, e campana, da Campanha, Itália, onde se fundia o melhor bronze do tempo antigo. Do termo campana (sino pequeno) é que vêem as campainhas, de uso estritamente litúrgico, compostas de um só sino ou de vários.

Certo é que documentos do século VI atestam o uso dos sinos nas igrejas. A sua forma atual data dos fins da Idade Média, quando a base é presa, como uma campainha que se segura na mão, deixando sua boca arredondada voltada para baixo, o que faz soar por quilômetros o som do bronze. De certa forma, as campainhas também têm a mesma finalidade de levar seu som o mais distante possível.

Na tradição litúrgica, os sinos e as campainhas se calam depois do glória da Missa Vespertina da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, à noitinha, até o glória que, na liturgia da Vigília Pascal, celebra o advento do Novo Testamento.  Justamente, no Missal Romano, diz a rubrica 3 da Missa Vespertina da Ceia do Senhor: “Durante o canto (do gloria), tocam-se os sinos, que permanecerão depois silenciosos até a Vigília Pascal”, e diz a rubrica nº 31 da Vigília Pascal: “após a oração e o responsório da última leitura do Antigo Testamento, ascendem-se as velas do altar e o sacerdote entoa o hino Glória a Deus nas alturas, que todos cantam, enquanto se tocam os sinos, segundo o costume do lugar”.

Juntamente com os sinos e as campainhas devem calar-se os nossos corações.  Assim, todo o Povo de Deus pode participar da liturgia do Tríduo Pascal com um espírito realmente voltado para o Mistério da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. Já houve uma cultura mais atenciosa, que fazia da Sexta-feira Santa um dia de absoluto silêncio. Liturgicamente é dia de jejum e abstinência. O Sábado Santo, até a celebração da Vigília Pascal, também é dia de oração e penitência. De qualquer forma, os cristãos católicos devem fazer do Tríduo Pascal o coração da vida litúrgica. Por isso, mesmo em meio ao barulho da cidade, deve recolher-se no silêncio da fé e da oração. Esta semana é chamada “Semana Santa”, e devemos vivê-la com piedade de devoção. É de se esperar que todos os cristãos católicos entrem no ritmo do Tríduo Pascal e não percam nenhuma das suas liturgias, culminando com a Vigília Pascal.

Pe. Valeriano dos Santos Costa.

Diretor da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, PUC-SP.

LEITURAS DA SEMANA: de 18 a 21 de Abril de  2011

l 2ª-: Is 42, 1-7; Sl 26 (27), 1. 2. 3. 13-14 (R/. 1a); Jo 12, 1-11

l3ª-: Is 49, 1-6; Sl 70 (71) 1-2. 3-4a. 5-6ab. 15 e 17 (R/. 15); Jo 13, 21-33. 36-38

l4ª-: Is 50, 4-9a; Sl 68 (69), 8-10. 21bcd-22. 31 e 33-34 (R/. 14c e b); Mt 26, 14-25

–• SÃO PAULO 17 de abril DE 2011 ANO 35 Lt. 03 Nº 26 A

DOMINGO DE RAMOS

Folheto Duplo

As coletas das Missas de hoje são destinadas à Campanha da Fraternidade

Músicas: Hinário Litúrgico 2

CD – XIII da Paulus

Anim. Irmãos e irmãs, estamos chegando ao coração da Páscoa, o Tríduo Pascal da Sagrada Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Iniciamos a Semana Santa, em que  comemoramos os últimos passos de Jesus para cumprir sua missão neste mundo. Por isso, esta semana constitui um momento forte de oração, solidariedade e compromisso com a vida. Pela sagrada Liturgia, percorremos com Jesus os passos  que consumam sua obra na terra. A bênção e a procissão de Ramos, que agora iniciamos, fazem memória da entrada triunfal de Jesus na Cidade Santa, imagem da Nova Jerusalém que acolhe o seu Senhor com júbilo. Participemos deste rito solene e, depois, mergulhemos no mistério da Paixão.

COMEMORAÇÃO DA ENTRADA DO SENHOR EM JERUSALÉM

1. Abertura (Fx 14) HL2p.150

Solo: Hosana ao Filho de Davi!

Ass.: Hosana ao Filho de Davi!

1.Bendito o que vem em nome do Senhor!

2. Rei de Israel, hosana nas alturas!

2. SAUDAÇÃO

P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

T. Amém.

P. O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

P. Meus irmãos e minhas irmãs, durante as cinco semanas da Quaresma preparamos os nossos corações pela oração, pela penitência e pela caridade. Hoje aqui nos reunimos e vamos iniciar, com toda a Igreja, a celebração da Páscoa de nosso Senhor. Para realizar o mistério de sua morte e ressurreição, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Celebrando com fé e piedade a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.

3. Bênção dos Ramos

P. Deus eterno e todo-poderoso, abençoai V estes ramos, para que, seguindo com alegria o Cristo, nosso Rei, cheguemos por ele à eterna Jerusalém. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

4. EVANGELHO (Mt 21,1-11)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo,

1Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém

e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras.

Então Jesus enviou dois discípulos,

2dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente,

e logo encontrareis uma jumenta amarrada,

e com ela um jumentinho.

Desamarrai-a e trazei-os a mim!

3Se alguém vos disser alguma coisa, direis:

‘O Senhor precisa deles, mas logo os devolverá’”.

4Isso aconteceu para se cumprir

o que foi dito pelo profeta:

5″Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti,

manso e montado num jumento,

num jumentinho, num potro de jumenta”.

6Então os discípulos foram

e fizeram como Jesus lhes havia mandado.

7Trouxeram a jumenta e o jumentinho

e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou.

8A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho,

enquanto outros cortavam ramos das árvores,

e os espalhavam pelo caminho.

9As multidões que iam na frente de Jesus

e os que o seguiam, gritavam:

“Hosana ao Filho de Davi!

Bendito o que vem em nome do Senhor!

Hosana no mais alto dos céus!”

10Quando Jesus entrou em Jerusalém

a cidade inteira se agitou, e diziam:

“Quem é este homem?”

E as multidões respondiam:

“Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia”.

- Palavra da Salvação.

T. Glória a vós, Senhor.

5. Procissão

P. Meus irmãos e minhas irmãs, imitando o povo que aclamou Jesus, comecemos com alegria a nossa procissão.

6.Cantos de Procissão

(HL2p.26 CD Lit. XIII Fx 16)

Os filhos dos hebreus, * com ramos de palmeira, * correram ao encontro * de Jesus, nosso Senhor, * /:cantando e gritando: * “Hosana, ó Salvador!”:/

1. O mundo * e tudo que tem nele é de Deus, * a terra e os que aí vivem, todos seus! * Foi Deus * que a terra construiu por sobre os mares, * no fundo do oceano, seus pilares!

2. Quem vai * morar no templo de sua Cidade?… * Quem pensa e vive longe das vaidades! * Pois Deus, * o Salvador o abençoará, * no julgamento o defenderá!

3. Assim, * são todos os que prestam culto a Deus * que adoram o Senhor, Deus dos hebreus! * Portões * antigos, se escancarem, vai chegar, * alerta! O Rei da glória vai entrar!

4. Quem é, * quem é, então, quem é o Rei da glória? * O Deus, forte Senhor da nossa história! * Portões * antigos, se escancarem, vai chegar, * alerta! O Rei da glória vai entrar!

5. Quem é, * quem é, então, quem é o Rei da glória? * O Deus que tudo pode, é o Rei da glória! * Aos Três, * ao Pai, ao Filho e ao Confortador * da Igreja que caminha com louvor!

II Canto (CO 190)

Hosana hey! Hosana há! * Hosana hey! hosana hey! hosana há!

1. Ele é o Santo, é o Filho de Maria, * é o Deus de Israel, é o Filho de Davi!

2. Vamos a ele com as flores dos trigais, * com os ramos de oliveiras, * com alegria e muita paz.

7. Oração

P. Oremos (silêncio): Deus eterno e todo-poderoso, para dar aos homens um exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador se fizesse homem e morresse na cruz. Concedei-nos aprender o ensinamento da sua paixão e ressuscitar com ele em sua glória. Por N.S.J.C.

T. Amém.

Anim. Neste dia em que come­moramos  a solene entrada de Jesus na Cidade Santa, ouçamos as leituras que narram como a paixão de Jesus transformou Jerusalém no palco dos eventos que culminaram com a nossa salvação.

8. PRIMEIRA LEITURA (Is 50,4-7)

Leitura do Livro do Profeta Isaías

4O Senhor Deus deu-me língua adestrada,

para que eu saiba dizer

palavras de conforto à pessoa abatida;

ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido,

para prestar atenção como um discípulo.

5O Senhor abriu-me os ouvidos;

não lhe resisti nem voltei atrás.

6Ofereci as costas para me baterem

e as faces para me arrancarem a barba;

não desviei o rosto de bofetões e cusparadas.

7Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador,

por isso não me deixei abater o ânimo,

conservei o rosto impassível como pedra,

porque sei que não sairei humilhado.

- Palavra do Senhor.

T. Graças a Deus!

9. SALMO RESPONSORIAL Sl 21(22)

(fx 12 H2, p. 62/63 – CD Lit. XIII melodia Fx 12)

Ó meu Deus e Pai, por que me abandonastes, * clamo a vós e não me ouvis?

1. Riem de mim todos aqueles que me vêem, * torcem os lábios e sacodem a cabeça: * ao Senhor se confiou, ele o liberte * e agora o salve, se é verdade que ele o ama!

2. Cães numerosos me rodeiam furiosos * e por um bando de malvados fui cercado. * Transpassaram minhas mãos e os meus pés * e eu posso contar todos os meus ossos.

3. Eles repartem entre si as minhas vestes * e sorteiam entre eles minha túnica. * Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, * ó minha força, vinde logo em meu socorro!

4. Anunciarei o vosso nome a meus irmãos * e no meio da assembléia hei de louvar-vos! * Vós que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, * glorificai-o, des­cen­dentes de Jacó!

10. SEGUNDA LEITURA (Fl 2,6-11)

Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.

6Jesus Cristo, existindo em condição divina,

não fez do ser igual a Deus uma usurpação,

7mas ele esvaziou-se a si mesmo,

assumindo a condição de escravo

e tornando-se igual aos homens.

Encontrado com aspecto humano,

8humilhou-se a si mesmo,

fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz.

9Por isso, Deus o exaltou acima de tudo

e lhe deu o nome que está acima de todo nome.

10Assim, ao nome de Jesus,

todo joelho se dobre no céu,

na terra e abaixo da terra,

11e toda língua proclame:

“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai.

- Palavra do Senhor.

-Graças a Deus.

11. ACLAMAÇÃO (H2 p. 189 – CD Lit XIII Fx 17)

Salve, ó Cristo obediente! * Salve, amor onipotente, * que se entregou à cruz * e nos recebeu na luz!

1. O Cristo obedeceu até a morte, * humilhou-se e obedeceu o bom Jesus, * humilhou-se e obedeceu, sereno e forte, * humilhou-se e obedeceu até a cruz.

2. Por isso o Pai do céu o exaltou, * exaltou-o e lhe deu um grande nome, * exaltou-o e lhe deu poder e glória, * diante dele céus e terra se ajoelhem!

12. EVANGELHO (Mt 26,14-27,66)

L1. Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus.

L1. Naquele tempo, 14um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes 15e disse:

L2: O que me dareis se vos entregar Jesus?

L1: Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus. 17No primeiro dia da festa dos ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram:

T: Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?

L1: 18Jesus respondeu:

P: Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe:  O mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos.

L1: 19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a páscoa. 20Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse:

P: Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair.

L1: 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar:

L2: Senhor, será que sou eu?

L1: 23Jesus respondeu:

P: Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!

L1: 25Então Judas, o traidor, perguntou:

L2: Mestre, serei eu?

L1: Jesus lhe respondeu:

P: Tu o dizes.

L1: 26Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o, distribuiu-o aos discípulos, e disse:

P: Tomai e comei, isto é o meu corpo.

L1: 27Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lhes, dizendo:

P: Bebei dele todos. 28Pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados. 29Eu vos digo: de hoje em diante não beberei deste fruto da videira, até ao dia em que, convosco, beberei o vinho novo no Reino do meu Pai.

L1: 30Depois de terem cantado salmos, foram para o monte das Oliveiras. 31Então Jesus disse aos discípulos:

P: Esta noite, vós ficareis decepcionados por minha causa. Pois assim diz a Escritura: “Ferirei o pastor e as ovelhas do rebanho se dispersarão”. 32Mas, depois de ressuscitar, eu irei à vossa frente para a Galiléia.

L1: 33Disse Pedro a Jesus:

L2: Ainda que todos fiquem decepcionados por tua causa, eu jamais ficarei.

L1: 34Jesus lhe declarou:

P: Em verdade eu te digo, que, esta noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes.

L1: 35Pedro respondeu:

L2: Ainda que eu tenha de morrer contigo, mesmo assim não te negarei.

L1: E todos os discípulos disseram a mesma coisa. 36Então Jesus foi com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse:

P: Sentai-vos aqui, enquanto eu vou até ali para rezar!

L1: 37Jesus levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, e começou a ficar triste e angustiado. 38Então Jesus lhes disse:

P: Minha alma está triste até á morte. Ficai aqui e vigiai comigo!

L1: 39Jesus foi um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto por terra e rezou:

P: Meu Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice. Contudo, não seja feito como eu quero, mas sim como tu queres.

L1: 40Voltando para junto dos discípulos, Jesus encontrou-os dormindo, e disse a Pedro:

P: Vós não fostes capazes de fazer uma hora de vigília comigo? 41Vigiai e rezai, para não cairdes em tentação; pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca.

L1: 42Jesus se afastou pela segunda vez e rezou:

P: Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!

L1: 43Ele voltou de novo e encontrou os discípulos dormindo, porque seus olhos estavam pesados de sono. 44Deixando-os, Jesus afastou-se e rezou pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. 45Então voltou para junto dos discípulos e disse:

P: Agora podeis dormir e descansar. Eis que chegou a hora e o Filho do Homem é entregue nas mãos dos pecadores. 46Levantai-vos! Vamos! Aquele que me vai trair, já está chegando.

L1: 47Jesus ainda falava, quando veio Judas, um dos doze, com uma grande multidão armada de espadas e paus. Vinham a mandado dos sumos sacerdotes e dos anciãos do povo. 48O traidor tinha combinado com eles um sinal, dizendo:

L2: Jesus é aquele que eu beijar; prendei-o!

L1: 49Judas, logo se aproximou de Jesus, dizendo:

L2: Salve, Mestre!

L1: E beijou-o. 50Jesus lhe disse:

P: Amigo, a que vieste?

L1: Então os outros avançaram, lançaram as mãos sobre Jesus e o prenderam. 51Nesse momento, um dos que estavam com Jesus estendeu a mão, puxou a espada, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha. 52Jesus, porém, lhe disse:

P: Guarda a espada na bainha! Pois todos os que usam a espada, pela espada morrerão. 53Ou pensas que eu não poderia recorrer ao meu Pai e ele me mandaria logo mais de doze legiões de anjos? 54Então, como se cumpririam as Escrituras, que dizem que isso deve acontecer?

L1: 55E, naquela hora, Jesus disse à multidão:

P: Vós viestes com espadas e paus para me prender, como se eu fosse um assaltante. Todos os dias, no Templo, eu me sentava para ensinar, e vós não me prendestes.

L1: 56Porém, tudo isto aconteceu para se cumprir o que os profetas escreveram. Então todos os discípulos, abandonando Jesus, fugiram. 57Aqueles que prenderam Jesus levaram-no à casa do sumo sacerdote Caifás, onde estavam reunidos os mestres da lei e os anciãos. 58Pedro seguiu Jesus de longe até o pátio interno da casa do sumo sacerdote. Entrou e sentou-se com os guardas para ver como terminaria tudo aquilo. 59Ora, os sumos sacerdotes e todo o sinédrio procuravam um falso testemunho contra Jesus, a fim de condená-lo à morte. 60E nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Por fim, vieram duas testemunhas, 61que afirmaram:

T: Este homem declarou: “posso destruir o templo de Deus e construí-lo de novo em três dias”.

L1: 62Então o sumo sacerdote levantou-se e perguntou a Jesus:

L2: Nada tens a responder ao que estes testemunham contra ti?

L1: 63Jesus, porém, continuava calado. E o sumo sacerdote lhe disse:

L2: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Messias, o Filho de Deus.

L1: 64Jesus respondeu:

P: Tu o dizes. Além disso, eu vos digo que de agora em diante vereis o Filho do Homem sentado à direita do Todo-poderoso, vindo sobre as nuvens do céu.

L1: 65Então o sumo sacerdote rasgou suas vestes e disse:

L2: Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Pois agora mesmo vós ouvistes a blasfêmia. 66Que vos parece?

L1: Responderam:

T: É réu de morte!

L1: 67Então cuspiram no rosto de Jesus e o esbofetearam. Outros lhe deram bordoadas, 68dizendo:

T: Faze-nos uma profecia, Cristo, quem foi que te bateu?

L1: 69Pedro estava sentado fora, no pátio. Uma criada chegou perto dele e disse:

L2: Tu também estavas com Jesus, o Galileu!

L1: 70Mas ele negou diante de todos:

L2: Não sei o que tu estás dizendo.

L1: 71E saiu para a entrada do pátio. Então uma outra criada viu Pedro e disse aos que estavam ali:

L2: Este também estava com Jesus, o Nazareno.

L1: 72Pedro negou outra vez, jurando:

L2: Nem conheço esse homem!

L1: 73 Pouco depois, os que estavam ali aproximaram-se de Pedro e disseram:

T: É claro que tu também és um deles, pois o teu modo de falar te denuncia.

L1: 73Pedro começou a maldizer e a jurar, dizendo que não conhecia esse homem! E nesse instante o galo cantou. 75Pedro se lembrou do que Jesus tinha dito: “Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes”. E saindo dali, chorou amargamente. 27,1De manhã cedo, todos os sumos sacerdotes e os anciãos do povo convocaram um conselho contra Jesus, para condená-lo à morte. 2Eles o amarraram, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador. 3Então Judas, o traidor, ao ver que Jesus fora condenado, ficou arrependido e foi devolver as trinta moedas de prata aos sumos sacerdotes e aos anciãos, 4dizendo:

L2: Pequei, entregando à morte um homem inocente.

L1: Eles responderam:

T: O que temos nós com isso? O problema é teu.

L1: 5Judas jogou as moedas no santuário, saiu e foi se enforcar. 6Recolhendo as moedas, os sumos sacerdotes disseram:

T: É contra a lei colocá-las no tesouro do templo, porque é preço de sangue.

L1: 7Então discutiram em conselho e compraram com elas o Campo do Oleiro, para aí fazer o cemitério dos estrangeiros. 8É por isso que aquele campo até hoje é chamado de Campo de Sangue. 9Assim se cumpriu o que tinha dito o profeta Jeremias: “Eles pegaram as trinta moedas de prata – preço do precioso, preço com que os filhos de Israel o avaliaram – 10e as deram em troca do Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou! 11Jesus foi posto diante do governador, e este o interrogou:

L2: Tu és o rei dos judeus?

L1: Jesus declarou:

P: É como dizes,

L1: 12e nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. 13Então Pilatos perguntou:

L2: Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?

L1: 14Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. 15Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. 16Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. 17Então Pilatos perguntou à multidão reunida:

L2: Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?

L1: 18Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. 19Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele:

L2: Não te envolvas com esse justo, porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele.

L1: 20Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as mul­tidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. 21O governador tornou a perguntar:

L2: Qual dos dois quereis que eu solte?

L1: Eles gritaram:

T: Barrabás.

L1: 22Pilatos perguntou:

L2: Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?

L1: Todos gritaram:

T: Seja crucificado!

L1: 23Pilatos falou:

L2: Mas, que mal ele fez?

L1: Eles, porém, gritaram com mais força:

T: Seja crucificado!

L1: 24Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse:

L2: Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!

L1: 25O povo todo respondeu:

T: Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos.

L1: 26Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. 27Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. 28Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; 29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo:

T: Salve, rei dos judeus!

L1: 30Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. 31Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. 32Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. 33E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. 34Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. 35Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. 36E ficaram ali sentados, montando guarda. 37Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: “Este é Jesus, o rei dos Judeus”. 38 Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. 39As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:

T: 40Tu que ias destruir o templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!

L1: 41Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da lei e os anciãos, também zombaram de Jesus:

T: 42A outros salvou… a si mesmo não pode salvar! É rei de Israel… Desça agora da cruz! E acreditaremos nele. 43Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus.

L1: 44Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus, o insultavam. 45Desde o meio-dia até às três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. 46Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:

P: Eli, Eli, lamá sabactâni?

L1: que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” 47Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram:

T: Ele está chamando Elias!

L1: 48E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. 49Outros, porém, disseram:

T: Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!

L1: 50Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.

(Todos se ajoelham em silêncio.)

L1: 51E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. 52Os túmulos se abriram e muitos corpos dos santos falecidos ressuscitaram! 53Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. 54O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: “Ele era mesmo Filho de Deus!” 55Grande número de mulheres estava ali, olhando de longe. Elas haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia, prestando-lhe serviços. 56Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu. 57Ao entardecer, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que também se tornara discípulo de Jesus. 58Ele foi procurar Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que lhe entregassem o corpo. 59José, tomando o corpo, envolveu-o num lençol limpo, 60e o colocou em um túmulo novo, que havia mandado escavar na rocha. Em seguida, rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo, e retirou-se. 61Maria Madalena e a outra Maria estavam ali sentadas, diante do sepulcro. 62No dia seguinte, como era o dia depois da preparação para o sábado, os sumos sacerdotes e os fariseus foram ter com Pilatos, 63e disseram:

T: Senhor, nós nos lembramos de que quando este impostor ainda estava vivo, disse: “Depois de três dias eu ressuscitarei!” 64Portanto, manda guardar o sepulcro até ao terceiro dia, para não acontecer que os discípulos venham roubar o corpo e digam ao povo: “Ele ressuscitou dos mortos!” pois essa última impostura seria pior do que a primeira.

L1: 65Pilatos respondeu:

L2: Tendes uma guarda. Ide e guardai o sepulcro como melhor vos parecer.

L1: 66Então eles foram reforçar a segurança do sepulcro: lacraram a pedra e montaram guarda. – Palavra da salvação

T. Glória a vós, Senhor.

13. PROFISSÃO DE FÉ

P. Creio em Deus Pai todo-poderoso,

T. Criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

14. ORAÇÃO DOS FIÉIS

P. Irmãos e irmãs, depois de ouvir o relato da Paixão do Senhor e, tendo assumido em nossa caminhada quaresmal a Campanha da Fraternidade, elevemos nossas preces a Deus Pai, suplicando pela Igreja e pelo mundo:

T. Aumentai, Senhor, nosso cuidado com a vida!

1. Pai Santo, iluminai a Igreja, que realiza sua caminhada quaresmal, buscando renovar a fidelidade a Cristo.

2. Transformai a consciência da nossa nação a respeito da responsabilidade sobre o meio ambiente.

3. Ajudai-nos a aprofundar a reflexão iniciada pela Campanha da Fraternidade, a fim de que possamos lutar por um planeta sustentável e uma vida melhor para todos.

4. Que o mistério que celebramos nesta semana fortaleça nossa fé e nossa união.

5. Com Cristo obediente até a morte, fazei-nos apóstolos do amor e defensores da vida até as últimas consequências.

(Outras preces da comunidade)

P. Tudo isso vos pedimos, ó Pai, por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

15. Apresentação das Oferendas

(CF – 2011 Fx 8)

/:Volta o teu olhar, Senhor, e dá-nos te perdão. *Bendito seja teu imenso coração!:/

1. Aceita, ó Deus santo, a nossa oração. * Compadecido, olha para nós, Senhor. * Liberta nossas vidas, te suplicamos * E andaremos para sempre em teus caminhos.

2. Acolhe, Deus bondoso, a nossa caminhada, * revivendo o teu amor pra sempre. * Confiantes aguardamos o teu perdão * E do mal seremos nós purificados.

3. Aceita o jejum e a nossa penitência * que revivemos neste tempo quaresmal. * Confirma-nos em teu amor grandioso, * bendito sejas, Senhor Deus do universo!

16. ORAÇÃO Sobre as oferendas

P. Ó Deus, pela paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, sejamos reconciliados convosco, de modo que, ajudados pela vossa misericórdia, alcancemos pelo sacrifício do vosso Filho o perdão que não merecemos por nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

17. ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

(Prefácio MR, p. 231)

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Corações ao alto.

T. O nosso coração está em Deus.

P. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

T. É nosso dever e nossa salvação.

P. Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Inocente, Jesus quis sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição nos trouxe vida nova. Por ele, os anjos cantam vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

T. Santo, Santo, Santo…

CP. Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.

CC. Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo V  e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

T. Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.

Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA REMIS­SÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Eis o mistério da fé!

T. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

CC. Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

T. Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

T. Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade, com o Papa Bento, com o nosso bispo Odilo e todos os ministros do vosso povo.

T. Lembrai-vos, ó Pai da vossa Igreja!

2C. Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

T. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, com os santos Apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

T. Concedei-nos o convívio dos eleitos!

CP ou CC. Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

T. Amém.

18. RITO DA COMUNHÃO

P. Rezemos com amor e confiança a oração que o Senhor nos ensinou:

T. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

P. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.

T. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

P. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

T. Amém.

P. A paz do Senhor esteja sempre convosco.

T. O amor de Cristo nos uniu.

P. Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

T. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. / Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. / Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

P. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

T. Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a).

19. CANTO DE COMUNHÃO Lit Xiii

(Lit. XIII Fx14 – HL2 p.142)

“Eu vim para que todos tenham vida, * que todos tenham vida plenamente”.

1. Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor; * reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão: * onde está o teu irmão, eu estou presente nele.

2. “Eu passei fazendo o bem, eu curei todos os males”; * hoje és minha presença junto a todo sofredor: * onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele.

3. “Entreguei a minha vida pela salvação de todos”; * reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes: * onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele.

4. “Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido”. * Busca, salva e reconduze a quem perdeu toda a esperança: * onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele.

5. “Este pão, meu corpo e vida para a salvação do mundo”; * é presença e alimento nesta santa comunhão: * onde está o teu irmão, eu estou, também, com ele.

20. ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO

P. Oremos (silêncio): Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, ó Deus: como pela morte do vosso Filho nos destes esperar o que cremos, dai-nos pela sua ressurreição alcançar o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

21. ORAÇÃO da cf 2011

T. Senhor Deus, / nosso Pai e Criador, / a beleza do universo revela vossa grandeza, / a sabe­doria e o amor com que fizestes as coisas, / e o eterno amor que tendes por todos nós. /  Peca­dores que somos / não respei­tamos a vossa obra, / e o que era para ser garantia de vida /está se tornando ameaça. /A be­le­za está sendo mudada em de­vas­tação, / e a morte mostra a sua presença no nosso planeta. / Que nesta quaresma / nos con­vertamos /  e vejamos que a cria­ção geme em dores de par­to, / para que possa renascer / se­gundo o vosso plano de amor / por meio da nossa mudança de men­talidade e de atitudes. / E, assim, como Maria, / que me­dita­va a vossa Palavra / e a fazia vida, / também nós/ movidos pe­los princípios do Evangelho, / possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, / nos­so Senhor, / o ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo. / Amém.

22. BÊNÇÃO E DESPEDIDA -MR – p. 521

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Deus, Pai de misericórdia, conceda a todos vós, como concedeu ao filho pródigo, a alegria do retorno à casa.

T. Amém.

P. O Senhor Jesus Cristo, modelo de oração e de vida, vos guie nesta caminhada quaresmal a uma verdadeira conversão.

T. Amém.

P. O Espírito de sabedoria e fortaleza vos sustente na luta contra o mal, para poderdes com Cristo celebrar a vitória da Páscoa.

T. Amém.

P. Abençoe-vos Deus o Deus todo-poderoso, Pai, Filho V e Espírito Santo.

T. Amém.

23. CANTO FINAL (CO 156)

1. Tomaste nos ombros a cruz * seguindo o caminho da dor. * Tomamos também nossa cruz * e vamos contigo Senhor.

2. No dia supremo da dor * na hora em que ao Pai entregaste, * as culpas de todos os tempos * nos braços da cruz expiaste.

Por três dias os sinos se calam na liturgia

No dia 16 de dezembro de 2010, quando se encerrava a primeira parte do Advento e se abria a segunda parte, que vai do dia 17 ao dia 24 de dezembro, a cidade de São Paulo teve a alegria de ouvir de novo o carrilhão composto pelos 61 sinos da Catedral da Sé.

A palavra “sino” vem do latim “signum”, que significa “sinal”. Então o sino das igrejas, geralmente colocado na torre, é sinal de Deus chamando o povo para a salvação. Outro nome dado ao sino, em alguns lugares, é campana.

Atribui-se a São Paulino de Nola, padre da Igreja do século V, que atuava na Campanha, região meridional da Itália, o primeiro emprego dos sinos para o culto litúrgico. Dizem que de São Paulino de Nola  é que vem o nome “nola” para os sinos maiores e campana para os sinos menores. Há quem negue essa explicação e afirme que nola vem da língua céltica noll = soar, e campana, da Campanha, Itália, onde se fundia o melhor bronze do tempo antigo. Do termo campana (sino pequeno) é que vêem as campainhas, de uso estritamente litúrgico, compostas de um só sino ou de vários.

Certo é que documentos do século VI atestam o uso dos sinos nas igrejas. A sua forma atual data dos fins da Idade Média, quando a base é presa, como uma campainha que se segura na mão, deixando sua boca arredondada voltada para baixo, o que faz soar por quilômetros o som do bronze. De certa forma, as campainhas também têm a mesma finalidade de levar seu som o mais distante possível.

Na tradição litúrgica, os sinos e as campainhas se calam depois do glória da Missa Vespertina da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, à noitinha, até o glória que, na liturgia da Vigília Pascal, celebra o advento do Novo Testamento.  Justamente, no Missal Romano, diz a rubrica 3 da Missa Vespertina da Ceia do Senhor: “Durante o canto (do gloria), tocam-se os sinos, que permanecerão depois silenciosos até a Vigília Pascal”, e diz a rubrica nº 31 da Vigília Pascal: “após a oração e o responsório da última leitura do Antigo Testamento, ascendem-se as velas do altar e o sacerdote entoa o hino Glória a Deus nas alturas, que todos cantam, enquanto se tocam os sinos, segundo o costume do lugar”.

Juntamente com os sinos e as campainhas devem calar-se os nossos corações.  Assim, todo o Povo de Deus pode participar da liturgia do Tríduo Pascal com um espírito realmente voltado para o Mistério da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. Já houve uma cultura mais atenciosa, que fazia da Sexta-feira Santa um dia de absoluto silêncio. Liturgicamente é dia de jejum e abstinência. O Sábado Santo, até a celebração da Vigília Pascal, também é dia de oração e penitência. De qualquer forma, os cristãos católicos devem fazer do Tríduo Pascal o coração da vida litúrgica. Por isso, mesmo em meio ao barulho da cidade, deve recolher-se no silêncio da fé e da oração. Esta semana é chamada “Semana Santa”, e devemos vivê-la com piedade de devoção. É de se esperar que todos os cristãos católicos entrem no ritmo do Tríduo Pascal e não percam nenhuma das suas liturgias, culminando com a Vigília Pascal.

Pe. Valeriano dos Santos Costa.

Diretor da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, PUC-SP.

LEITURAS DA SEMANA: de 18 a 21 de Abril de  2011

l 2ª-: Is 42, 1-7; Sl 26 (27), 1. 2. 3. 13-14 (R/. 1a); Jo 12, 1-11

l3ª-: Is 49, 1-6; Sl 70 (71) 1-2. 3-4a. 5-6ab. 15 e 17 (R/. 15); Jo 13, 21-33. 36-38

l4ª-: Is 50, 4-9a; Sl 68 (69), 8-10. 21bcd-22. 31 e 33-34 (R/. 14c e b); Mt 26, 14-25

l5ª-: Is 61, 1-3a.6a.8b-9; Sl 88 (89), 21-22. 25 e 27 (R/. cf. 2a); Ap 1, 5-8; Lc 4, 16-21

e.

Retirado:http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/liturgia/folheto_povo_de_deus_anoA_quaresma_06ramos.htm


• SÃO PAULO • 10 de abril DE 2011 • ANO 35 • Lt. 03 • Nº 25 •A

março 16, 2011

5º DOMINGO DA QUARESMA

 Anim: No 5º Domingo da Quaresma, a liturgia chega ao ápice do anúncio das obras messiânicas de Jesus, com a ressurreição de Lazaro. É também um passo decisivo no processo da Iniciação Cristã. Se os mortos são ressuscitados, não há mais dúvida de que o Messias tenha chegado e que Jesus seja o Cristo. Às portas da Semana Santa, a Igreja renova sua missão de anunciar Jesus Cristo, o Libertador do pecado e da morte. E os que se preparam para receber os sacramentos de iniciação cristã na Páscoa fazem a experiência espiritual de ressuscitar com Cristo.

 

 

1. ABERTURA (CF – 2011- Fx 10) 

Lembra, Senhor, o teu amor fiel para sempre! * Que os inimigos não triunfem sobre o povo! * De suas angústias, ó Senhor, livra tua gente!

1. Senhor, Deus, a ti elevo a minha alma, * em ti confio: que eu não seja envergonhado. * Não se envergonhe quem em ti põe sua esperança, * mas, sim, quem nega por um nada sua fé!

2. Mostra-me, Senhor, os teus caminhos, * e faz-me conhecer a tua estrada! * Tua verdade me oriente e me conduza, * porque és o Deus da minha salvação!

3. Recorda, Senhor meu Deus, tua ternura * e a tua com paixão, que são eternas. * Não recordes meus pecados quando jovem * nem te lembres de minhas faltas e delitos.

4. O Senhor é piedade e retidão, * e reconduz ao bom caminho os pecadores. * Ele dirige os humildes na justiça, * e aos pobres ele ensina o seu caminho.

5. Verdade e amor são os caminhos do Senhor * para quem segue sua aliança e seus preceitos. * Ó Senhor, por teu nome e tua honra, * perdoa os meus pecados que são tantos.

 

2. SAUDAÇÃO

P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

T. Amém.

P. O Senhor que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.

T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

 

3. ATO PENITENCIAL

P. Irmãos e irmãs, de coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores.

(Silêncio)

P. Confessemos os nossos pecados:

T. Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

P. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

T. Amém.

Kyrie

P. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós.

P. Cristo, tende piedade de nós.

T. Cristo, tende piedade de nós.

P. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós.

 

4.  ORAÇÃO

P. Oremos (silêncio): Senhor nosso Deus, dai-nos por vossa graça caminhar com alegria na mesma caridade que levou o vosso Filho a entregar-se à morte no seu amor pelo mundo. Por N.S.J.C.

T. Amém.

Anim: Vivamos intensamente o que as leituras de hoje anunciam,  a fim de que possamos dar os passos concretos na espiri­tualidade que a Quaresma nos propõe.

 

5. PRIMEIRA LEITURA (Ez 37,12-14)

Leitura da Profecia de Ezequiel.

12Assim fala o Senhor Deus:

“Ó meu povo, vou abrir as vossas sepulturas

e conduzir-vos para a terra de Israel;

13e quando eu abrir as vossas sepulturas

e vos fizer sair delas, sabereis que eu sou o Senhor.

14Porei em vós o meu espírito,

para que vivais e vos colocarei em vossa terra.

Então sabereis que eu, o Senhor, digo e faço

- oráculo do Senhor”.

- Palavra do Senhor.

T. Graças a Deus.

6. SALMO RESPONSORIAL Sl 129 (130)

(CD CF 2011 –Fx6)

No Senhor é que se encontra o perdão, * copiosa redenção!

1. Das profundezas eu clamo a Vós, Senhor, * escutai a minha voz! * Vossos ouvidos estejam bem atentos * ao clamor da minha prece!

2. Se levardes em conta nossas faltas, * quem haverá de subsistir? * Mas em vós se encontra o perdão, * eu vos temo e em vós espero.

3. No Senhor ponho a minha espe­rança, * espero em sua palavra. * A minh’alma espera no Senhor * mais que o vigia pela aurora.

4. Espere Israel pelo Senhor * mais que o vigia pela aurora. * Ele vem li­ber­tar a Israel * de toda a sua culpa.

7. SEGUNDA LEITURA (Rm 8,8-11)

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos,

8os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus.

9Vós não viveis segundo a carne,

mas segundo o Espírito,

se realmente o Espírito de Deus mora em vós.

Se alguém não tem o Espírito de Cristo,

não pertence a Cristo.

10Se, porém, Cristo está em vós,

embora vosso corpo esteja ferido de morte

por causa do pecado,

vosso espírito está cheio de vida, graças à justiça.

11E, se o Espírito daquele

que ressuscitou Jesus dentre os mortos mora em vós,

então aquele que ressuscitou

Jesus Cristo dentre os mortos

vivificará também vossos corpos mortais

por meio do seu Espírito que mora em vós.

- Palavra do Senhor.

T. Graças a Deus.

 

8. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO (CF 2011 Fx 7)

Louvor e glória a ti, Senhor, * Cristo Palavra, Palavra de Deus!

Eu sou a ressurreição, eu sou a vida. * Quem crê em mim não morrerá eternamente.

 

9. EVANGELHO (Jo 11,1-45) (+ longo)

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

T. Glória a vós, Senhor.

P. Naquele tempo,

1havia um doente, Lázaro, que era de Betânia,

o povoado de Maria e de Marta, sua irmã.

2Maria era aquela que ungira o Senhor com perfume

e enxugara os pés dele com seus cabelos.

O irmão dela, Lázaro, é que estava doente.

3As irmãs mandaram então dizer a Jesus:

“Senhor, aquele que amas está doente”.

4Ouvindo isto, Jesus disse:

“Esta doença não leva à morte;

ela serve para a glória de Deus,

para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”.

5Jesus era muito amigo de Marta,

de sua irmã Maria e de Lázaro.

6Quando ouviu que este estava doente,

Jesus ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava.

7Então, disse aos discípulos:

“Vamos de novo à Judéia”.

8Os discípulos disseram-lhe:

“Mestre, ainda há pouco os judeus queriam

apedrejar-te, e agora vais outra vez para lá?”

9Jesus respondeu:

“O dia não tem doze horas?

Se alguém caminha de dia, não tropeça,

porque vê a luz deste mundo.

10Mas se alguém caminha de noite, tropeça,

porque lhe falta a luz”.

11Depois acrescentou:

“O nosso amigo Lázaro dorme. Mas eu vou acordá-lo”.

12Os discípulos disseram:

“Senhor, se ele dorme, vai ficar bom”.

13Jesus falava da morte de Lázaro,

mas os discípulos pensaram que falasse do sono mesmo.

14Então Jesus disse abertamente:

“Lázaro está morto.

15Mas por causa de vós, alegro-me por não ter estado lá,

para que creiais. Mas vamos para junto dele”.

16Então Tomé, cujo nome significa Gêmeo,

disse aos companheiros:

“Vamos nós também para morrermos com ele”.

17Quando Jesus chegou,

encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias.

18Betânia ficava a uns três quilômetros de Jerusalém.

19Muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria

para as consolar por causa do irmão.

20Quando Marta soube que Jesus tinha chegado,

foi ao encontro dele.

Maria ficou sentada em casa.

21Então Marta disse a Jesus:

“Senhor, se tivesses estado aqui,

meu irmão não teria morrido.

22Mas mesmo assim, eu sei que

o que pedires a Deus, ele to concederá”.

23Respondeu-lhe Jesus: “Teu irmão ressuscitará”.

24Disse Marta:

“Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia”.

25Então Jesus disse:

“Eu sou a ressurreição e a vida.

Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá.

26E todo aquele que vive e crê em mim,

não morrerá jamais. Crês isto?”

27Respondeu ela: “Sim, Senhor, eu creio firmemente

que tu és o Messias, o Filho de Deus,

que devia vir ao mundo”.

28Depois de ter dito isto,

ela foi chamar a sua irmã, Maria, dizendo baixinho:

“O mestre está aí e te chama”.

29Quando Maria ouviu isso,

levantou-se depressa e foi ao encontro de Jesus.

30Jesus estava ainda fora do povoado,

no mesmo lugar onde Marta se tinha encontrado com ele.

31Os judeus que estavam em casa consolando-a,

quando a viram levantar-se depressa e sair,

foram atrás dela,

pensando que fosse ao túmulo para ali chorar.

32Indo para o lugar onde estava Jesus,

quando o viu, caiu de joelhos diante dele e disse-lhe:

“Senhor, se tivesses estado aqui,

o meu irmão não teria morrido”.

33Quando Jesus a viu chorar,

e também os que estavam com ela, estremeceu interiormente,

ficou profundamente comovido,

34e perguntou: “Onde o colocastes?”

Responderam: “Vem ver, Senhor”.

35E Jesus chorou.

36Então os judeus disseram:

“Vede como ele o amava!”

37Alguns deles, porém, diziam:

“Este, que abriu os olhos ao cego,

não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?”

38De novo, Jesus ficou interiormente comovido.

Chegou ao túmulo.

Era uma caverna, fechada com uma pedra.

39Disse Jesus: “Tirai a pedra!”

Marta, a irmã do morto, interveio:

“Senhor, já cheira mal. Está morto há quatro dias”.

40Jesus lhe respondeu:

“Não te disse que, se creres,

verás a glória de Deus?”

41Tiraram então a pedra.

Jesus levantou os olhos para o alto e disse:

“Pai, eu te dou graças porque me ouviste.

42Eu sei que empre me escutas.

Mas digo isto por causa do povo que me rodeia,

para que creia que tu me enviaste”.

43Tendo dito isso, exclamou com voz forte:

“Lázaro, vem para fora!”

44O morto saiu,

atado de mãos e pés com os lençóis mortuários

e o rosto coberto com um pano.

Então Jesus lhes disse:

“Desatai-o e deixai-o caminhar!”

45Então, muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria

e viram o que Jesus fizera, creram nele.

- Palavra da Salvação.

T. Glória a vós, Senhor.

 

10. PROFISSÃO DE FÉ

P. Creio em Deus Pai todo-poderoso / T. criador do céu e da terra, / e em Jesus Cristo seu único Filho, nosso Senhor, / que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; /nasceu da Virgem Maria;/ padeceu sob Pôncio Pilatos, / foi crucificado, morto e sepultado. / Desceu à mansão dos mortos; / ressuscitou ao terceiro dia, / subiu aos céus; / está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, / donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. / Creio no Espírito Santo; / na Santa Igreja católica; / na comunhão dos santos; / na remissão dos pecados; / na ressurreição da carne; / na vida eterna. Amém.

11. ORAÇÃO DOS FIÉIS

P. Irmãos e irmãs, elevemos nossas preces a Deus Pai, que, por meio de Cristo, nos dá o dom da vida eterna e a certeza da ressurreição. Rezemos juntos:

T: Atendei, Senhor, ao nosso clamor.

1. Ó pai, abençoai da Igreja, sinal vivo de Cristo e da vida nova ressuscitada da morte.

2. Ajudai-nos a crer na ressurreição e a compreender sua dimensão pascal no dia a dia. 

3. Transformai a realidade dos que mais sofrem, e ajudai-nos a defender a vida do planeta. 

4. Iluminai os que se preparam para receber os sacramentos da Iniciação Cristã nesta Páscoa.

5. Fortalecei nossa caminhada penitencial, para que façamos desta Quaresma um tempo de reconciliação e de renovação espiritual.

(outras preces da comunidade)

P. Isto vos pedimos, ó Pai, por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

 

12. Apresentação das Oferendas

(CF – 2011 Fx8)

/:Volta o teu olhar, Senhor, e dá-nos te perdão. * Bendito seja teu imenso coração!:/

1. Aceita, ó Deus Santo, a nossa oração. * Compadecido, olha para nós, Senhor. * Liberta nossas vidas, te suplicamos * E andaremos para sempre em teus caminhos.

2. Acolhe, Deus bondoso, a nossa caminhada, * revivendo o teu amor pra sempre. * Confiantes aguardamos o teu perdão * E do mal seremos nós purificados.

3. Aceita o jejum e a nossa penitência * que revivemos neste tempo quaresmal. * Confirma-nos em teu amor grandioso, * bendito sejas, Senhor Deus do universo!

 

 

13. ORAÇÃO

P. Orai, irmãos e irmãs, …

T. Receba o Senhor por tuas mãos…

(Sobre as oferendas)

P. Deus todo-poderoso, conce­dei aos vossos filhos e filhas que, formados pelos ensina­mentos da fé cristã, sejam purificados por este sacrifício. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

 

14. ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

(Pref. MR, p. 213)

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Corações ao alto.

T. O nosso coração está em Deus.

P. Demos graças ao Senhor nosso Deus.

T. É nosso dever e nossa salvação.

P. Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Verdadeiro homem, Jesus chorou o amigo Lázaro. Deus vivo e eterno, ele o ressuscitou, tirando-o do túmulo. Compadecendo-se da humanidade, que jaz na morte do pecado, por seus sagrados mistérios ele nos eleva ao Reino da vida nova. Enquanto esperamos a glória eterna, com os anjos e com todos os santos nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz:

T. Santo, Santo, Santo…

CP. Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.

CC. Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo V  e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

T. Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.

Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA REMIS­SÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Eis o mistério da fé!

T. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

CC. Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

T. Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

T. Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade, com o Papa Bento, com o nosso bispo Odilo e todos os ministros do vosso povo.

T. Lembrai-vos, ó Pai da vossa Igreja!

2C. Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

T. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, com os santos Apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

T. Concedei-nos o convívio dos eleitos!

CP ou CC. Por Cristo, …

T. Amém.

 

15. RITO DA COMUNHÃO

P. Rezemos com amor e confiança a oração que o Senhor nos ensinou:

T. Pai nosso …

P. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Aju­dados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, en­quanto, vivendo a esperança, aguar­damos a vinda do Cristo Salvador.

T. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

P. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

T. Amém.

P. A paz do Senhor esteja sempre convosco.

T. O amor de Cristo nos uniu.

P. Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

T. Cordeiro de Deus…

P. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

T. Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a).

16. CANTO DE COMUNHÃO

(CF 2011 Fx 14)

 “Eu vim para que todos tenham vida, * que todos tenham vida plenamente”.

1. Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor; * reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão: * onde está o teu irmão, eu estou presente nele.

2. “Eu passei fazendo o bem, eu curei todos os males” (Mc 7,37); * hoje és minha presença junto a todo sofredor: * Onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele.

3. “Entreguei a minha vida pela salvação de todos” (Jo 10,18); * reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes: * onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele.

4. “Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido” (Lc 19,10). * Busca, salva e reconduze a quem perdeu toda a esperança: * onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele.

5. “Este pão, meu corpo e vida para a salvação do mundo” (Jo 6,51); * é presença e alimento nesta santa comunhão: * onde está o teu irmão, eu estou, também, com ele.

17. ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO

P. Oremos (silêncio): Concedei, ó Deus todo-poderoso, que sejamos sempre contados entre os membros de Cristo cujo Corpo e Sangue comungamos. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

18. ORAÇÃO da cf 2011

T. Senhor Deus, / nosso Pai e Criador, / a beleza do universo revela vossa grandeza, / a sabedoria e o amor com que fizestes as coisas, / e o eterno amor que tendes por todos nós. /  Pecadores que somos / não respeitamos a vossa obra, / e o que era para ser garantia de vida /está se tornando ameaça. /A beleza está sendo mudada em devastação, / e a morte mostra a sua presença no nosso planeta. / Que nesta quaresma / nos convertamos /  e vejamos que a criação geme em dores de parto, / para que possa renascer / segundo o vosso plano de amor / por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes. / E, assim, como Maria, / que meditava a vossa Palavra / e a fazia vida, / também nós/ movidos pelos princípios do Evangelho, / possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, / nosso Senhor, / o ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo. / Amém. 

19. BÊNÇÃO E DESPEDIDA -MR – p. 521

20. CANTO FINAL

Hino da CF 2011 (Fx1)

1. Olha, meu povo, este planeta terra: * Das criaturas todas, a mais linda! * Eu a plasmei com todo amor materno, * pra ser um berço de aconchego e vida.

Nossa mãe terra, Senhor, * geme de dor noite e dia. * Será de parto essa dor? * Ou simplesmente agonia? * Vai depender só de nós! * Vai depender só de nós!…

2. A terra é mãe, é criatura viva; * também respira, se alimenta e sofre. * É de respeito que ela mais precisa! * Sem teu cuidado, ela agoniza e morre.

3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos * que a fome mata e a miséria humilha. * Eu sonho ver um mundo mais humano, * sem tanto lucro e muito mais partilha!

Cantos: Campanha da Fraternidade 2011

 

LEITURAS DA SEMANA: de 11 a 17 de Abril de  2011

l 2ª-: Dn 13,1-9.15-17.19-30.33-62 ou abrev. Dn 13,41c-62; Sl 22(23),1-3a.3b-4.5.6 (R/. 4a); Jo 8, 1-11

l3ª-: Nm 21, 4-9; Sl 101 (102), 2-3. 16-18. 19-21(R./ 2); Jo 8, 21-30

l4ª-: Dn 3, 14-20.24.49a.91-92.95; Cânt.: Dn 3, 52. 53-54.55. 56-57 (R/. 52b); Jo 8, 31-42

l5ª-: Gn 17, 3-9; Sl 104 (105), 4-5. 6-7. 8-9 (R/. 8a); Jo 8, 51-59

l6ª-: Jr 20, 10-13; Sl 17 (18), 2-3a. 3bc-4. 5-6. 7 (R./ cf. 7); Jo 10, 31-42

lSáb: Ez 37, 21-28; Cânt.: Jr 31, 10. 11-12ab. 13 (R/. cf. 10d); Jo 11, 45-56

lDOM. DE RAMOS Is 50, 4-7; Sl 21 (22), 8-9. 17-18a. 19-20. 23-24 (R/. 2a); Fl 2, 6-11; Mt 26, 14 – 27, 66

Retirado:http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/liturgia/folheto_povo_de_deus_anoA_quaresma_05domingo.htm


• SÃO PAULO • 3 de abril DE 2011 • ANO 35 • Lt. 03 • Nº 24 •A

março 16, 2011

4º DOMINGO DA QUARESMA

 Anim: No 4º Domingo da Quaresma, a liturgia avança no Itinerário da Iniciação Cristã, apresentando a iluminação batismal significada na cura do cego de nascença. É o chamado “Domingo da alegria”, o qual anuncia a festa da luz pascal, Cristo Jesus, que ilumina os nossos olhos diante do pecado e da morte. Realiza-se, assim, a profecia messiânica de que “os cegos vêm” e o Reino é anunciado. É com este espírito que vamos viver o restante da Quaresma e nos preparar para celebrar a Páscoa. Peçamos a Deus também a graça de abrir nossos olhos ao alerta que nos faz a Campanha da Fraternidade em relação ao aquecimento global e às mudanças climáticas que estão fustigando a terra.

 

 

1. ABERTURA (CF – 2011- Fx 10) 

Lembra, Senhor, o teu amor fiel para sempre! * Que os inimigos não triunfem sobre o povo! * De suas angústias, ó Senhor, livra tua gente!

1. Senhor, Deus, a ti elevo a minha alma, * em ti confio: que eu não seja envergonhado. * Não se envergonhe quem em ti põe sua esperança, * mas, sim, quem nega por um nada sua fé!

2. Mostra-me, Senhor, os teus caminhos, * e faz-me conhecer a tua estrada! * Tua verdade me oriente e me conduza, * porque és o Deus da minha salvação!

3. Recorda, Senhor meu Deus, tua ternura * e a tua com paixão, que são eternas. * Não recordes meus pecados quando jovem * nem te lembres de minhas faltas e delitos.

4. O Senhor é piedade e retidão, * e reconduz ao bom caminho os pecadores. * Ele dirige os humildes na justiça, * e aos pobres ele ensina o seu caminho.

5. Verdade e amor são os caminhos do Senhor * para quem segue sua aliança e seus preceitos. * Ó Senhor, por teu nome e tua honra, * perdoa os meus pecados que são tantos.

2. SAUDAÇÃO

 

3. ATO PENITENCIAL

P. Irmãos e irmãs, de coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores.

(Silêncio)

P. Confessemos os nossos pecados:

T. Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei mui­tas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por mi­nha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e san­tos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

P. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

T. Amém.

Kyrie

P. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós.

P. Cristo, tende piedade de nós.

T. Cristo, tende piedade de nós.

P. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós.

4. ORAÇÃO

P. Oremos (silêncio): Ó Deus, que por vosso Filho realizais de modo admirável a reconciliação do gênero humano, concedei ao povo cristão correr ao encontro das festas que se aproximam, cheio de fervor e exultando de fé. Por N.S.J.C.

T. Amém.

 

Anim: Ouçamos com atenção as leituras deste Domingo da alegria e da esperança que brota da  iluminação batismal.

 

5. PRIMEIRA LEITURA

 (1Sm 16, 1b.6-7.10-13a)

Leitura do Primeiro Livro de Samuel.

Naqueles dias, o Senhor disse a Samuel:

1″Enche o chifre de óleo e vem

para que eu te envie à casa de Jessé de Belém,

pois escolhi um rei para mim entre os seus filhos”.

6Assim que chegou, Samuel viu a Eliab e disse consigo:

“Certamente é este o ungido do Senhor!”

7Mas o Senhor disse-lhe: “Não olhes para a sua aparência

nem para a sua grande estatura, porque eu o rejeitei.

Não julgo segundo os critérios do homem:

o homem vê as aparências, mas o Senhor olha o coração”.

10Jessé fez vir seus sete filhos à presença de Samuel,

mas Samuel disse:

“O Senhor não escolheu a nenhum deles”.

11E acrescentou: “Estão aqui todos os teus filhos?”

Jessé respondeu: “Resta ainda o mais novo

que está apascentando as ovelhas”.

E Samuel ordenou a Jessé: “Manda buscá-lo, pois não

nos sentaremos à mesa enquanto ele não chegar”.

12Jessé mandou buscá-lo.

Era Davi, ruivo, de belos olhos e de formosa aparência.

E o Senhor disse: “Levanta-te, unge-o: é este!”

13Samuel tomou o chifre com óleo e ungiu a Davi

na presença de seus irmãos.

E a partir daquele dia o espírito do Senhor

se apoderou de Davi

- Palavra do Senhor.

T. Graças a Deus.

 

6. SALMO RESPONSORIAL 22(23)

O Senhor é o pastor que me conduz; * não me falta coisa alguma.

1. O Senhor é o pastor que me conduz; * não me falta coisa alguma. * Pelos prados e campinas verdejantes * ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha * e restaura minhas forças.

2. Ele me guia no caminho mais seguro, * pela honra de seu nome. * Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, * nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e cajado, * ele me dão a segurança.

3. Preparais à minha frente uma mesa, * bem à vista do inimigo; * com óleo vós ungis minha cabeça, * o meu cálice transborda.

4. Felicidade e todo bem hão de seguir-me, * por toda a minha vida; * e, na casa do Senhor, habitarei * pelos tempos infinitos.

7. SEGUNDA LEITURA (Ef 5, 8-14)

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.

Irmãos,

8outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor.

Vivei como filhos da luz.

9E o fruto da luz chama-se: bondade, justiça, verdade.

10Discerni o que agrada ao Senhor.

11Não vos associeis às obras das trevas,

que não levam a nada; antes, desmascarai-as.

12O que essa gente faz em segredo,

tem vergonha até de dizê-lo.

13Mas tudo que é condenável torna-se manifesto pela luz;

e tudo o que é manifesto é luz.

14É por isso que se diz:

“Desperta, tu que dormes,

levanta-te dentre os mortos

e sobre ti Cristo resplandecerá”.

- Palavra do Senhor.

T. Graças a Deus.

 

8. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

 (CD CF 2011 Fx 7)

Louvor e glória a ti, Senhor, Cristo Palavra, Palavra de Deus!

Pois, eu sou a luz do mundo, quem nos diz é o Senhor; e vai ter a luz da vida quem se faz meu seguidor!

9. EVANGELHO (Jo 9,1-41) (+ longa)

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

T. Glória a vós Senhor.

P. Naquele tempo,

1ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença.

2Os discípulos perguntaram a Jesus:

“Mestre, quem pecou para que nascesse cego:

ele ou seus pais?”.

3Jesus respondeu: “Nem ele nem seus pais pecaram,

mas isso serve para que as obras de Deus

se manifestem nele.

4É necessário que nós realizemos

as obras daquele que me enviou, enquanto é dia.

Vem a noite, em que ninguém pode trabalhar.

5Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo”.

6Dito isto, Jesus cuspiu no chão, fez lama com a saliva

e colocou-a sobre os olhos do cego.  

7E disse-lhe: “Vai lavar-te na piscina de Siloé”

(que quer dizer enviado).

O cego foi, lavou-se e voltou enxergando.

8Os vizinhos e os que costumavam ver o cego

– pois ele era mendigo – diziam:

“Não é aquele que ficava pedindo esmola?”

9Uns diziam: “Sim, é ele!” Outros afirmavam:

“Não é ele, mas alguém parecido com ele”.

Ele, porém, dizia: “Sou eu mesmo!”.

10Então lhe perguntaram:

“Como é que se abriram os teus olhos?”

11Ele respondeu:

“Aquele homem chamado Jesus fez lama, colocou-a

nos meus olhos e disse:me; ‘Vai a Siloé e lava-te’.

Então fui, lavei-me e comecei a ver”.

12Perguntaram-lhe: “Onde está ele?”

Respondeu: “Não sei”.

13Levaram então aos fariseus o homem que tinha sido cego.

14Ora, era sábado, o dia em que Jesus tinha feito lama

e aberto os olhos do cego.

15Novamente, então, lhe perguntaram os fariseus

como tinha recuperado a vista.

Respondeu-lhes: “Colocou lama sobre meus olhos,

fui lavar-me e agora vejo!”

16Disseram, então, alguns dos fariseus:

“Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado”.

Mas outros diziam:

“Como pode um pecador fazer tais sinais?”

17E havia divergência entre eles.

Perguntaram outra vez ao cego:

“E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?”

Respondeu: “É um profeta”.

18Então, os judeus não acreditaram

que ele tinha sido cego e que tinha recuperado a vista.

Chamaram os pais dele

19e perguntaram-lhes:

“Este é o vosso filho, que dizeis ter nascido cego?

Como é que ele agora está enxergando?”

20Os seus pais disseram:

“sabemos que este é o nosso filho e que nasceu cego.

21Como agora está enxergando, isso não sabemos.

E quem lhe abriu os olhos também não sabemos.

Interrogai-o, ele é maior de idade,

ele pode falar por si mesmo”.

22Os seus pais disseram isso,

porque tinham medo das autoridades judaicas.

De fato, os judeus já tinham combinado

expulsar da comunidade

quem declarasse que Jesus era o Messias.

23Foi por isso que seus pais disseram:

“É maior de idade. Interrogai-o a ele”.

24Então, os judeus chamaram de novo

o homem que tinha sido cego.

Disseram-lhe “Dá glória a Deus!

Nós sabemos que esse homem é um pecador”.

25Então ele respondeu:

“Se ele é pecador, não sei. Só sei que eu era cego

e agora vejo”.

26Perguntaram-lhe então:

“Que é que ele te fez? Como te abriu os olhos?”.

27Respondeu ele:

“Eu já vos disse, e não escutastes.

Por que quereis ouvir de novo?

Por acaso quereis tornar-vos discípulos dele?”

28Então insultaram-no, dizendo:

“Tu, sim, és discípulo dele!

29Nós somos discípulos de Moisés.

Nós sabemos que Deus falou a Moisés,

mas esse,  não sabemos de onde ele é”.

30Respondeu-lhes o homem: “Espantoso!

Vós não sabeis de onde ele é?

No entanto, ele abriu-me os olhos!

31Sabemos que Deus não escuta os pecadores,

mas escuta aquele que é piedoso e que faz a sua vontade.

32Jamais se ouviu dizer

que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença.

33Se este homem não viesse de Deus,

não poderia fazer nada”.

34Os fariseus disseram-lhe:

“Tu nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?”

E expulsaram-no da comunidade.

35Jesus soube que o tinham ex­pulsado.

Encontrando-o, perguntou-lhe:

“Acreditas no Filho do Homem?”

36Respondeu ele:

“Quem é, Senhor, pa­ra que eu creia nele?”

37Jesus disse:

“Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo”.

Exclamou ele:

38″Eu creio, Senhor!”

E prostrou-se diante de Jesus.

39Então, Jesus dis­se:

“Eu vim a este mundo para exercer um julgamento,

a fim de que os que não vêem, vejam,

e os que vêem se tornem cegos”.

40Alguns fariseus, que estavam com ele, ouvi­ram isto

e lhe disseram:

“Porventura, também nós somos cegos?”.

41Res­pon­deu-lhes Jesus:

“Se fôsseis ce­gos, não teríeis culpa;

mas como dizeis:

‘Nós vemos’, o vosso pecado permanece”.

- Palavra da Salvação.

T. Glória a vós, Senhor.

 

10. PROFISSÃO DE FÉ

11. ORAÇÃO DOS FIÉIS

P. Irmãos e irmãs, elevemos nossas preces a Deus Pai, que iluminou o mundo com a luz de Jesus Cristo. Rezemos juntos:

T. Escutai, Senhor, nossa oração!

1. Ó pai, fortalecei a Igreja na sua missão incansável de anunciar o Cristo, Luz das nações.

2. Iluminai os governantes, para que cum­pram sua responsabilidade de asse­gurar uma vida melhor para todos.

3. Fortalecei a nossa consciência ambiental e nossas ações em prol da construção de uma cultura menos agressiva ao meio ambiente e mais preocupada com a vida do planeta

4. Iluminai os educadores, para que ensinem os critérios da bondade, da verdade e da justiça.

5.Conduzi os que se preparam para receber os sacramentos da Iniciação Cristã nesta Páscoa.

(outras preces da comunidade)

P. Tudo isto vos pedimos, ó Pai, por Cristo, nossa Luz.

T. Amém.

 

12. Apresentação das Oferendas

(CF – 2011 – Fx 8)

/:Volta o teu olhar, Senhor, e dá-nos teu perdão. * Bendito seja teu imenso coração!:/

1. Aceita, ó Deus santo, a nossa oração. * Compadecido, olha para nós, Senhor. * Liberta nossas vidas, te suplicamos * e andaremos para sempre em teus caminhos.

2. Acolhe, Deus bondoso, a nossa caminhada, * revivendo o teu amor pra sempre. * Confiantes aguardamos o teu perdão * e do mal seremos nós purificados.

3. Aceita o jejum e a nossa penitência * que revivemos neste tempo quaresmal. * Confirma-nos em teu amor grandioso, * bendito sejas, Senhor Deus do universo!

 

13. ORAÇÃO

P. Orai, irmãos e irmãs, …

T. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

(Sobre as oferendas)

P. Ó Deus, concedei-nos vene­rar com fé e oferecer pela redenção do mundo os dons que nos salvam e que vos apresen­tamos com alegria. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

14. ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

(MR, p, 205)

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Corações ao alto.

T. O nosso coração está em Deus.

P. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

T. É nosso dever e nossa salvação.

P. Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Pelo mistério da encarnação, Jesus conduziu à luz da fé a humanidade que caminhava nas trevas. E elevou à dignidade de filhos e filhas os escravos do pecado, fazendo-os renascer das águas do Batismo. Por essa razão, com os anjos e com todos os santos, entoamos um cântico novo, para proclamar vossa bondade, cantando (dizendo) a uma só voz:

T. Santo, Santo, Santo…

CP. Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.

T. Santificai e reuni o vosso povo!

CC. Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas, a fim de que se tornem o Corpo  e V o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistério.

T. Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

Na noite em que ia ser entregue, ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.

Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMIS­SÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Eis o mistério da fé!

T. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

CC. Celebrando agora, ó Pai, a memó­ria do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.

T. Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

T. Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C. Que ele faça de nós uma ofe­renda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, os vos­sos Apóstolos e Mártires, São Paulo, patrono da nossa Arqui­diocese, N. e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

T. Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C. E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa re­con­ciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o Papa Bento, o nosso bispo Odilo, com os Bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.

T. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

T. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, por Cristo, Senhor nosso.

T. A todos saciai com vossa glória!

Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

CP ou CC. Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

T. Amém.

 

15. RITO DA COMUNHÃO

 

16. CANTO DE COMUNHÃO

(CF 2011 Fx 13)

Dizei aos cativos: “Saí!” * Aos que estão nas trevas: * “Vinde à luz!” * Caminhemos para as fontes, * é o Senhor quem nos conduz! (bis)

1. Foi no tempo favorável * que eu te ouvi, te escutei, * no dia da salvação * socorri-te e ajudei. * E assim te guardarei, * te farei mediador * d’aliança com o povo, * serás seu libertador!

2. Não terão mais fome e sede, * nem o sol os queimará, * o Senhor se compadece, * qual Pastor os guiará… * Pelos montes, pelos vales * passarão minhas estradas, * e virão de toda parte * e encontrarão pousada.

3. Céus e terra, alegrai-vos, * animai-vos e cantai; * o Senhor nos consolou, * dos aflitos se lembrou! * Poderia uma mulher * de seu filho se esquecer? * Inda que‘isso acontecesse, * nunca iria te perder!

 

17. ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO

P. Oremos (silêncio): Ó Deus, luz de todo ser humano que vem a este mundo, iluminai nossos corações com o esplendor da vossa graça, para pensarmos sempre o que vos agrada e amar-vos de todo o coração. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

 

18. ORAÇÃO da cf 2011

T. Senhor Deus, / nosso Pai e Criador, / a beleza do universo revela vossa grandeza, / a sabedoria e o amor com que fizestes as coisas, / e o eterno amor que tendes por todos nós. /  Pecadores que somos / não respeitamos a vossa obra, / e o que era para ser garantia de vida /está se tornando ameaça. /A beleza está sendo mudada em devastação, / e a morte mostra a sua presença no nosso planeta. / Que nesta quaresma / nos convertamos /  e vejamos que a criação geme em dores de parto, / para que possa renascer / segundo o vosso plano de amor / por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes. / E, assim, como Maria, / que meditava a vossa Palavra / e a fazia vida, / também nós/ movidos pelos princípios do Evangelho, / possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, / nosso Senhor, / o ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo. / Amém. 

 

19. BÊNÇÃO E DESPEDIDA -MR – p. 521

 

20. CANTO FINAL

Hino da CF 2011 (cd Fx 1)

1. Olha, meu povo, este planeta terra: * Das criaturas todas, a mais linda! * Eu a plasmei com todo amor materno, * pra ser um berço de aconchego e vida. (Cf. Gn 1)

Nossa mãe terra, Senhor, * geme de dor noite e dia. * Será de parto essa dor? * Ou simplesmente agonia? * Vai depender só de nós! * Vai depender só de nós!…

1. A terra é mãe, é criatura viva; * também respira, se alimenta e sofre. * É de respeito que ela mais precisa! * Sem teu cuidado, ela agoniza e morre.

2. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos * que a fome mata e a miséria humilha. * Eu sonho ver um mundo mais humano, * sem tanto lucro e muito mais partilha!

3. Olha as florestas: pulmão verde e forte! * Sente esse ar, que te entreguei tão puro… * Agora, gases disseminam morte; * o aquecimento queima o teu futuro.

LEITURAS DA SEMANA: de 4 a 10 de Abril de  2011

 

l 2ª-: Is 65,17-21; Sl 29(30), 2 e 4.5-6.11-12a e 13b (R/. 2a); Jo 4,43-54

l 3ª-: Ez 47, 1-9.12; Sl 45 (46), 2-3. 5-6. 8-9 (R/. 8); Jo 5, 1-16

l 4ª-: Is 49, 8-15; Sl 144 (145), 8-9. 13cd-14. 17-18 (R/. 8a); Jo 5, 17-30

l 5ª-: Ex 32, 7-14; Sl 105 (106), 19-20. 21-22. 23 (R/. 4a); Jo 5, 31-47

l 6ª-: Sb 2, 1a. 12-22; Sl 33 (34), 17-18. 19-20. 21. 23 (R/. 19a); Jo 7, 1-2. 10. 25-30

l Sab.: Jr 11, 18-20; Sl 7, 2-3. 9bc-10.11-12 (R/. 2a); Jo 7, 40-53

l 5º Dom. da Quaresma. Ez 37, 12-14; Sl 129 (130), 1-2. 3-4ab. 5-6. 7-8 (R/.cf. 7); Rm 8, 8-11; Jo 11, 1-45 (A ressurreição de Lázaro)

 Retirado:http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/liturgia/folheto_povo_de_deus_anoA_quaresma_04domingo.htm


• SÃO PAULO • 27 de março DE 2011 • ANO 35 • Lt. 03 • Nº 23 •A

março 16, 2011

3º DOMINGO DA QUARESMA

 Anim: A liturgia do 3º Domingo da Quaresma dá mais um passo importante no Itinerário da Iniciação Cristã, pois leva a comunidade celebrante à beira do poço de Jacó para participar do encontro de Jesus com a samaritana, onde ele  se identifica como  Messias e oferece a água viva, dom do Espírito Santo e fonte da vida eterna. Então, o candidato ao batismo cristão parte do deserto,  passa pela transfiguração do Tabor e chega  à fonte da vida, que sacia o coração com a presença de Deus.

 

 

1. ABERTURA (CF – 2011- Fx 10) 

Lembra, Senhor, o teu amor fiel para sempre! * Que os inimigos não triunfem sobre o povo! * De suas angústias, ó Senhor, livra tua gente!

1.  Senhor Deus, a ti elevo a minha alma, * em ti confio: que eu não seja envergonhado. * Não se envergonhe quem em ti põe sua esperança, * mas, sim, quem nega por um nada sua fé!

2. Mostra-me, Senhor, os teus caminhos, * e faz-me conhecer a tua estrada! * Tua verdade me oriente e me conduza, * porque és o Deus da minha salvação!

3. Recorda, Senhor meu Deus, tua ternura * e a tua com paixão, que são eternas. * Não recordes meus pecados quando jovem * nem te lembres de minhas faltas e delitos.

4. O Senhor é piedade e retidão, * e reconduz ao bom caminho os pecadores. * Ele dirige os humildes na justiça, * e aos pobres ele ensina o seu caminho.

5. Verdade e amor são os caminhos do Senhor * para quem segue sua aliança e seus preceitos. * Ó Senhor, por teu nome e tua honra, * perdoa os meus pecados que são tantos.

2. SAUDAÇÃO

P. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

T. Amém.

P. O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

 

3. ATO PENITENCIAL

P. Irmãos e irmãs, de coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores.

(Silêncio)

P. Confessemos os nossos pecados:

T. Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

P. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

T. Amém.

Kyrie

P. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós.

P. Cristo, tende piedade de nós.

T. Cristo, tende piedade de nós.

P. Senhor, tende piedade de nós.

T. Senhor, tende piedade de nós.

 

4. ORAÇÃO

P. Oremos (silêncio): Ó Deus, fonte de toda misericórdia e de toda bondade, vós nos indi­castes o jejum, a esmola e a oração como remédio contra o pecado. Acolhei esta confissão da nossa fraqueza, para que, humilhados pela consciência de nossas faltas, sejamos confor­tados pela vossa misericórdia. Por N.S.J.C.

T. Amém.

Anim: Ouçamos as leituras do 3º Domingo da Quaresma, para que possamos realizar um passo novo na caminhada quaresmal  em direção à celebração da Páscoa.  

 

5.PRIMEIRA LEITURA ( Ex 17,3-7)

Leitura do Livro do Êxodo.

Naqueles dias,

3o povo, sedento de água, murmurava contra Moisés e

dizia: “Por que nos fizeste sair do Egito?

Foi para nos fazer morrer de sede,

a nós, nossos filhos e nosso gado?”

4Moisés clamou ao Senhor, dizendo:

“Que farei por este povo? Por pouco não me apedrejam!”

5O Senhor disse a Moisés: “Passa adiante do povo

e leva contigo alguns anciãos de Israel.

Toma a tua vara com que feriste o rio Nilo e vai.

6Eu estarei lá, diante de ti, sobre o rochedo,

no monte Horeb.

Ferirás a pedra e dela sairá água para o povo beber”.

Moisés assim fez na presença dos anciãos de Israel.

7E deu àquele lugar o nome de Massa e Meriba,

por causa da disputa dos filhos de Israel

e porque tentaram o Senhor, dizendo:

“O Senhor está no meio de nós, ou não?”

- Palavra do Senhor.

T. Graças a Deus.

 

6. SALMO RESPONSORIAL 94(95)

(CF – 2011, Fx 6)

Não fecheis, irmãos, o vosso coração, * como outrora no deserto!

1. Vinde, exultemos de alegria no Senhor, * aclamemos o Rochedo que nos salva! * Ao seu encontro caminhemos com louvores * e com cantos de alegria o celebremos!

2. Vinde, adoremos e prostremo-nos por terra * e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! * Porque Ele é nosso Deus, nosso Pastor, * e nós somos o seu povo e seu rebanho.

3. Não fecheis os corações como em Meriba, * como em Massa, no deserto, aquele dia, * em que outrora vossos pais me provocaram,* apesar de terem visto as minhas obras.

7. SEGUNDA LEITURA (Rm 5,1-2.5-8)

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos, 1justificados pela fé, estamos em paz com Deus,

pela mediação do Senhor nosso, Jesus Cristo.

2Por ele tivemos acesso, pela fé, a esta graça,

na qual estamos firmes e nos gloriamos,

na esperança da glória de Deus.

5E a esperança não decepciona,

porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações

pelo Espírito Santo que nos foi dado.

6Com efeito, quando éramos ainda fracos,

Cristo morreu pelos ímpios, no tempo marcado.

7Dificilmente alguém morrerá por um justo;

por uma pessoa muito boa,

talvez alguém se anime a morrer.

8Pois bem, a prova de que Deus nos ama

é que Cristo morreu por nós,

quando éramos ainda pecadores.

- Palavra do Senhor.

T. Graças a Deus.

 

8. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO (CF 2011 Fx7)

Louvor e glória a ti, Senhor, * Cristo Palavra, Palavra de Deus!

Na verdade, sois Senhor, o Salvador do mundo. * Senhor, dai-me água viva a fim de eu não ter sede!

9. EVANGELHO

(Jo 4, 5-42) (+ longa)

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

T. Glória a vós, Senhor.

P. Naquele tempo,

5Jesus chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar,

perto do terreno que Jacó tinha dado ao seu filho José.

6Era aí que ficava o poço de Jacó.

Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto ao poço.

Era por volta do meio-dia.

6Chegou uma mulher da Samaria para tirar água.

Jesus lhe disse: “Dá-me de beber”.

8Os discípulos tinham ido à cidade

para comprar alimentos.

9A mulher samaritana disse então a Jesus:

“Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber

a mim, que sou uma mulher samaritana?”

De fato, os judeus não se dão com os samaritanos.

10Respondeu-lhe Jesus:

“Se tu conhecesses o dom de Deus

e quem é que te pede: ‘Dá-me de beber’,

tu mesma lhe pedirias a ele, e ele te daria água viva”.

11A mulher disse a Jesus:

“Senhor, nem sequer tens balde e o poço é fundo.

De onde vais tirar a água viva?

12Por acaso, és maior que nosso pai Jacó,

que nos deu o poço e que dele bebeu,

como também seus filhos e seus animais?”

13Respondeu Jesus:

“Todo aquele que bebe desta água terá sede de novo.

14Mas quem beber da água que eu lhe darei,

esse nunca mais terá sede.

E a água que eu lhe der se tornará nele

uma fonte de água que jorra para a vida eterna”.

15A mulher disse a Jesus:

“Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha

mais sede e nem tenha de vir aqui para tirá-la.

16Disse-lhe Jesus:

“Vai chamar o teu marido e volta aqui”.

17A mulher respondeu: “Eu não tenho marido”.

Jesus disse:

“Disseste bem, que não tens marido,

18pois tiveste cinco maridos,

e o que tens agora não é o teu marido.

Nisso falaste a verdade”. 

19A mulher disse a Jesus,

Senhor, vejo que és um profeta!

20Os nossos pais adoraram neste monte

mas vós dizeis que em Jerusalém é que se deve adorar”.

21Disse-lhe Jesus: “Acredita-me, mulher:

está chegando a hora em que nem neste monte

nem em Jerusalém adorareis o Pai.

22Vós adorais o que não conheceis.

Nós adoramos o que conhecemos,

pois a salvação vem dos judeus.

23Mas está chegando a hora, e é agora,

em que os verdadeiros adoradores

adorarão o Pai em espírito e verdade.

De fato, estes são os adoradores que o Pai procura.

24Deus é espírito e aqueles que o adoram

devem adorá-lo em espírito e verdade”.

25A mulher disse a Jesus:

“Sei que o Messias (que se chama Cristo) vai chegar.

Quando ele vier, vai nos fazer conhecer todas as coisas”.

26Disse-lhe Jesus:

“Sou eu, que estou falando contigo”.

27Nesse momento, chegaram os discípulos e ficaram

admirados de ver Jesus falando com uma mulher.

Mas ninguém perguntou: “que desejas?”

ou: “Por que falas com ela?” 

28Então a mulher deixou seu cântaro

e foi à cidade, dizendo ao povo:

29″Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz.

Será que ele não é o Cristo?”

30O povo saiu da cidade e foi ao encontro de Jesus.

31Enquanto isso, os discípulos insistiam

com Jesus dizendo: “Mestre, come”

32Jesus, porém, disse-lhes:

“Eu tenho um alimento para comer

que vós não conheceis”.

33Os discípulos comentavam entre si:

“Será que alguém trouxe alguma coisa para ele comer?”

34Disse-lhes Jesus:

“O meu alimento é fazer a vontade daquele

que me enviou e realizar a sua obra.

35Não dizeis vós:

‘Ainda quatro meses, e aí vem a colheita!’

Pois eu vos digo: levantai os olhos e vede os campos:

eles estão dourados para a colheita!

36O ceifeiro já está recebendo o salário,

e recolhe o fruto para a vida eterna.

Assim, o que semeia se alegra junto com o que colhe’.

37Pois é verdade o provérbio que diz: 

‘Um é o que semeia e outro é o que colhe’

38Eu vos enviei para colher aquilo que não trabalhastes.

Outros trabalharam e vós entrastes no trabalhos deles”.

39Muitos samaritanos daquela cidade

abraçaram a fé em Jesus,

por causa da palavra da mulher que testemunhava:

“Ele me disse tudo o que eu fiz”.

40Por isso, os samaritanos vieram ao encontro de Jesus

e pediram que permanecesse com eles.

Jesus permaneceu aí dois dias.

41E muitos outros creram por causa da sua palavra.

42E disseram à mulher:

“Já não cremos por causa das tuas palavras,

pois nós mesmos ouvimos e sabemos

que este é verda­deiramente o salvador do mundo”.

- Palavra da Salvação.

T. Glória a vós, Senhor.

 

10. PROFISSÃO DE FÉ

P. Creio em Deus Pai todo-poderoso / T. criador do céu e da terra, / e em Jesus Cristo seu único Filho, nosso Senhor, / que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; /nasceu da Virgem Maria;/ padeceu sob Pôncio Pilatos, / foi crucificado, morto e sepultado. / Desceu à mansão dos mortos; / ressuscitou ao terceiro dia, / subiu aos céus; / está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, / donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. / Creio no Espírito Santo; / na Santa Igreja católica; / na comunhão dos santos; / na remissão dos pecados; / na ressurreição da carne; / na vida eterna. Amém.

11. ORAÇÃO DOS FIÉIS

P. Irmãos e irmãs, elevemos nossas preces a Deus Pai, em nome de Cris­to, de quem recebemos o sacerdócio batismal. Rezemos juntos:

T. Conduzi a humanidade à fonte da salvação!

1. Ó Pai, protegei a Igreja, Povo sacerdotal, para que leve avante a missão de iniciar todos os povos na fé.

2. Concedei aos que governam uma visão mais global e abrangente dos problemas do mundo.

3. Ajudai-nos a assumir a Campanha da Fraternidade em nosso projeto missionário.

4. Socorrei os mais pobres, sempre as primeiras vítimas das catástrofes do clima.

5. Iluminai os que se preparam para receber sua iniciação sacramental nesta Páscoa.

(outras preces da comunidade)

P. Tudo isto vos pedimos, ó Pai, por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

12. Apresentação das Oferendas

(CF – 2011 – Fx 8)

/:Volta o teu olhar, Senhor, e dá-nos teu perdão. * Bendito seja teu imenso coração!:/

1. Aceita, ó Deus santo, a nossa oração. * Compadecido, olha para nós, Senhor. * Liberta nossas vidas, te suplicamos * e andaremos para sempre em teus caminhos.

2. Acolhe, Deus bondoso, a nossa caminhada, * revivendo o teu amor pra sempre. * Confiantes aguardamos o teu perdão * e do mal seremos nós purificados.

3. Aceita o jejum e a nossa penitência * que revivemos neste tempo quaresmal. * Confirma-nos em teu amor grandioso, * bendito sejas, Senhor Deus do universo!

13. ORAÇÃO

P. Orai, irmãos e irmãs, …

T. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

(Sobre as oferendas)

P. Ó Deus de bondade, concedei-nos por este sacrifício que, pedindo perdão de nossos pecados, saibamos perdoar a nossos semelhantes. Por Cristo, Nosso Senhor.

T. Amém.

 

14. ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

(Pref. MR, p. 197)

P. O Senhor esteja convosco.

T. Ele está no meio de nós.

P. Corações ao alto.

T. O nosso coração está em Deus.

P. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

T. É nosso dever e nossa salvação.

P. Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Ao pedir à Samaritana que lhe desse de beber, Jesus lhe dava o dom de crer. E, saciada sua sede de fé, lhe acrescentou o fogo do amor. Por essa razão, vos servem todas as criaturas, com justiça vos louvam os redimidos e, unânimes, vos bendizem os vossos santos. Concedei-nos também a nós associar-nos aos seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

T. Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas. Bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas.

CP. Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.

CC. Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo V  e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

T. Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.

Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA REMIS­SÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Eis o mistério da fé!

T. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

CC. Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

T. Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

T. Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade, com o Papa Bento, com o nosso bispo Odilo e todos os ministros do vosso povo.

T. Lembrai-vos, ó Pai da vossa Igreja!

2C. Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

T. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, com os santos Apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

T. Concedei-nos o convívio dos eleitos!

CP ou CC. Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

T. Amém.

 

15. RITO DA COMUNHÃO

 

16. CANTO DE COMUNHÃO

(CF 2011)  Fx 12

1. Se conhecesses o dom de Deus, * quem é que te diz: Dá-me de beber, * és tu que lhe pedirias e ele te daria * d’água viva, sempre a correr!

Senhor, dá-me de beber, * Vem e me sacia, em tua fonte viva! * Senhor, dá-me de beber, * Vem e me sacia, * nesta santa Eucaristia!

2. Quem crê em mim, dentro de si, terá, * meu Santo Espírito, fonte a jorrar, * um rio de água viva, capaz de saciar * a sua sede, sede de Deus!

17. ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO

P. Oremos (silêncio): Ó Deus, tendo recebido o penhor do vosso mistério celeste, e já saciados na terra com o pão do céu, nós vos pedimos a graça de manifestar em nossa vida o que o sacramento realizou em nós. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

18. ORAÇÃO da cf 2011

T. Senhor Deus, / nosso Pai e Criador, / a beleza do universo revela vossa grandeza, / a sabedoria e o amor com que fizestes as coisas, / e o eterno amor que tendes por todos nós. /  Pecadores que somos / não respeitamos a vossa obra, / e o que era para ser garantia de vida /está se tornando ameaça. /A beleza está sendo mudada em devastação, / e a morte mostra a sua presença no nosso planeta. / Que nesta quaresma / nos convertamos /  e vejamos que a criação geme em dores de parto, / para que possa renascer / segundo o vosso plano de amor / por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes. / E, assim, como Maria, / que meditava a vossa Palavra / e a fazia vida, / também nós/ movidos pelos princípios do Evangelho, / possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, / nosso Senhor, / o ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo. / Amém. 

 

19. BÊNÇÃO E DESPEDIDA

(MR – p. 521)

 

Hino da (CF 2011 Fx1)

1. Olha, meu povo, este planeta terra: * Das criaturas todas, a mais linda! * Eu a plasmei com todo amor materno, * pra ser um berço de aconchego e vida. (Cf. Gn 1)

Nossa mãe terra, Senhor, * geme de dor noite e dia. * Será de parto essa dor? * Ou simplesmente agonia? * Vai depender só de nós! * Vai depender só de nós!…

1. A terra é mãe, é criatura viva; * também respira, se alimenta e sofre. * É de respeito que ela mais precisa! * Sem teu cuidado, ela agoniza e morre.

2. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos * que a fome mata e a miséria humilha. * Eu sonho ver um mundo mais humano, * sem tanto lucro e muito mais partilha!

3. Olha as florestas: pulmão verde e forte! * Sente esse ar, que te entreguei tão puro… * Agora, gases disseminam morte; * o aquecimento queima o teu futuro.

Cantos: Campanha da Fraternidade 2011

 

LEITURAS DA SEMANA: de 28/03 a 03/04 de  2011

 

l2ª-: 2Rs 5, 1-15a.; Sl 41 (42), 2. 3; 42 (43), 3. 4 (R/. 41 [42], 3); Lc 4, 24-30

l3ª-: Dn 3, 25.34-43; Sl 24 (25), 4bc-5ab. 6-7bc. 8-9 (R/. 6a); Mt 18, 21-35

l4ª-: Dt 4, 1.5-9; Sl 147 (147B), 12-13. 15-16. 19-20 (R/. 12a); Mt 5, 17-19

l5ª-: Jr 7, 23-28; Sl 94 (95), 1-2. 6-7. 8-9 (R/. 8); Lc 11, 14-23

l6ª-: Os 14, 2-10; Sl 80 (81), 6c-8a. 8bc-9. 10-11ab.14 e 17 (R/. cf. 9a. 11a); Mc 12, 28b-34

lSab.: Os 6, 1-6; Sl 50 (51), 3-4. 18-19. 20-21ab (R/. cf. Os 6, 6); Lc 18, 9-14
l 4º Dom. da Quaresma.
1 Sm 16, 1b. 6-7. 10-13a; Sl 22 (23), 1-3a. 3b-4. 5. 6 (R/. 1); Ef 5, 8-14; Jo 9, 1-41(O cego de nascença)

 Retirado:http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/liturgia/folheto_povo_de_deus_anoA_quaresma_03domingo.htm


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